Paranóias

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Artigo 13

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Os últimos dois posts que partilhei falavam sobre o famoso Artigo 13, que poderá “acabar” com a Internet. Desta vez, partilho convosco um vídeo da Bumba na Fofinha.

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Salvem a Internet

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Há dois dias partilhei um artigo sobre a nova regra que foi implementada na Europa em relação à Internet (podem ver aqui).

Hoje partilho mais um vídeo, de um conhecido YouTuber português, que diz o que tem a dizer, o Wuant!

 

Fonte:

Shifter

O que é o Artigo 13? Salvem a Internet!

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Foi aprovada a lei que dificulta a existência da Internet tal como a conhecemos hoje em dia!

O artigo 13 limita a possibilidade de se publicar conteúdos em plataformas como redes sociais porque as obriga a utilizar filtros de upload que consigam destrinçar entre conteúdos legais e não legais.

Que é como quem diz… se quiserem ser YouTubers, esqueçam, pois ficarão com o trabalho arruinado! Milhões de links serão eliminados da internet. Mas a explicação está abaixo no vídeo.

O outro artigo, o 11, obriga os sites agregadores de notícias a pagarem aos órgãos de comunicação pela publicação de ligações para as notícias publicadas nos seus sites.

Qualquer site que publique notícias terá de pagar pelos links que coloca!

Vejam o vídeo abaixo…

 

 

Resumindo… eu agora teria de pagar para colocar esta fonte agora… O Jornal Económico… Estou a fazer ligações ao próprio site do jornal, quem ler o excerto da notícia vai, eventualmente, passar no site dele, portanto, não compreendo.

É a regra do respeito: retirei algo de determinado sítio, menciono a fonte!

Tão simples quanto isso…

Com tanto conteúdo espectacular na Internet, é uma pena aparecer algo assim, porque ficamos limitados às partilhas de bons conteúdos.

Stop The General Data Protection Regulation (GDPR) e-mails!!!

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I’m tired of the bombing e-mails about that!

O engano do Euro: 200.482

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Os enganos…

As moedas de Escudos eram semelhantes com algumas da actual, Euro.

Para os vendedores:

50 escudos passaram a 50 cêntimos;

100 escudos passaram a 1€;

200 escudos passaram a 2€.

Com isto tudo… passaram a ganhar a dobrar.

Para o comprador:

Passou a não se preocupar realmente com o que comprava, por culpa da preguicite-aguda ao fazer a taxa de conversão. Ora, passou a comprar (quase) tudo com os valores a dobrar.

Resultou em quê?

Para os vendedores, chegaram à conclusão que geriram mal os seus negócios, que foram pedindo sempre a dobrar. E, hoje, estão às moscas porque… (passar à linha abaixo)

Hoje em dia os compradores andam a contar trocos e, certamente, aperceberam-se agora de que a vinda do Euro veio estragar Portugal inteiro. Também é verdade, mas por culpa de quem não soube gerir bem as suas moedinhas novas!

O porquê deste artigo?

1- Há muito que tinha estes pensamentos acerca do Euro… mas nunca me tinha apetecido escrever sobre eles;

2- Li uma notícia na Visão, precisamente com este tema, que veio, obviamente, comprovar a teoria… que é do mais simples que se pode ter, mesmo não gostando de Matemática. São só umas continhas que muitos portugueses evitaram fazer ao longo de 10 anos de Euro.

Portanto, abaixo ficam uns valores deveras interessantes (nada que não tenha referido acima).

Por exemplo era possível ver um pastel de nata passar de 50 escudos para 50 cêntimos”, recorda o secretário-geral da Deco, Jorge Morgado. Segundo o responsável pela associação, que há dez anos acompanhou o fenómeno da variação dos preços, “muitas das pequenas despesas, que custavam até 100 escudos (50 cêntimos), duplicaram”.

Um café rondava os 50 escudos (25 cêntimos) mas, com a chegada do euro, passou automaticamente para 50 cêntimos: “Houve alguns reajustamentos fora do normal. Os arredondamentos eram sempre para mais, mas depois os preços mantiveram-se durante muitos anos”.
As pessoas que antes davam 20 ou 50 escudos ao arrumador passaram a dar 50 cêntimos e deixar um ou dois euros de gorjeta num restaurante passou a ser normal.
Abaixo, parte do texto que discordo totalmente!
Mas o fim do escudo não significou carteiras mais vazias, segundo Jorge Morgado, que recorda que “nos primeiros anos não houve um índice inflacionista”: “Por exemplo, um quilo de maçãs, um quilo de carne ou de arroz não tiveram agravamentos substanciais. A roupa e calçado até ficaram mais baratos”.
Porquê?
Porque, apesar de as roupas/calçados terem ficado mais baratos (e disto não tiro o chapéu a este senhor Jorge Morgado… Temos as pequenas coisas (que são MUITO mais frequentes serem compradas – como um café, uma água, etc) que foram, literalmente, duplamente inflacionadas!
E são estas coisas (a meu ver) que estão a sair das rotinas dos Portugueses (gorjetas, cafés, etc).
Mais… com esta de as roupas/calçados mais baratos, acontece(u) que muito boa gente decidiu: OK, agora vou fazer vida de lorde, comprar mais roupas/calçados… e continuar com os meus cafés matinais.
Esquecendo-se, pois, que mais tarde as coisas iam bater mal.
E, no fim da história, ainda há gente que nem sequer se deu ao luxo de enganar os clientes e duplicar os preços…

Na “Antiga Confeitaria de Belém”, a centenária pastelaria que vende os famosos Pastéis de Belém, os preços também não foram alterados com a mudança da moeda. O sócio gerente João Pexita ainda se lembra do tempo em que um café custava 90 escudos e um pastel 140 escudos, “quando chegou o euro, o café passou para 45 cêntimos e o pastel para 70”. Hoje, beber um café naquela pastelaria custa 70 cêntimos e um pastel 95 cêntimos.

O Euro teria sido uma boa moeda, sem dúvida… se tivesse sido bem aproveitada.
Contudo, quem fez muito bem foi o Reino Unido, que agora diz-se fora desta luta…

Written by Nuno França - Photography

29 de Dezembro de 2011 at 17:38

Mr. Bean na Presidência da União Europeia

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Quem visitou hoje a página da UE, deparou-se com uma visita especial: Mr Bean, a saudar o público com um “Hi there!”

Mas não… não se tratou de nenhuma candidatura especial do senhor Rowan Atkinson, mas sim de um ataque informático.

Podem ver o resto aqui.

Written by Nuno França - Photography

4 de Janeiro de 2010 at 23:35

Portugueses – Os coitadinhos

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Deparei-me agora com este notícia:

Portugueses são os europeus que mais apoiam John McCain

É uma tristeza.

Somos sempre os coitadinhos, que vamos na conversa dos Americanos… Mas afinal, que remédio temos nós? Já os próprio povo americano acredita em tudo aquilo que os presidentes dizem:

Presidente: “Há armas nucleares no Iraque! Vamos lá e vão ver quem somos nós.”

Povo Americano: “América!!!!!!!! Nós somos os melhores! Força senhor Presidente!”

Povo Português: “Eh lá! Atenção, os nossos ‘amigos’ estão a preparar-se para ir aos poços, vamos ver se conseguimos alguma coisa!”

Eu, (in)felizmente, (nem sei se será bom ou não) apoio o outro candidato: Barack Obama.

Porquê?

– Por ter sido aquele que se apresentou, no início, como mais credível…

– Por ser negro.. a ver vamos se vai fazer bem o seu papel… fazer com que se acabem com algumas desigualdades, isto se vencer, claro.

Mas, por outro lado, baixou-me na consideração, quando começou a falar na questão Irão/Nuclear… voltou ao “gene” principal de todos os presidentes dos EUA: a paranóia pelas guerras com países, teoricamente mais fracos.

Mais, voltando ao título do post. Neste ponto os Portugueses são minimamente discretos:

O inquérito revela que os portugueses são também – entre os cidadãos europeus, com excepção dos turcos -, os menos interessados em aprofundar a relação com aos Estados Unidos (22%). Os romenos (52%) são os mais anseiam por uma maior aproximação a Washington (ver quadro).

Digo discretos.. porque realmente, fazer coligações com os EUA é um risco. Andar no mesmo combóio deles é muito perigoso.

Agora, é claro, da forma como a pergunta está feita acima, logicamente que o ideal seria haver cooperação entre EUA e UE, mas é complicado, porque cada qual quer mandar.

Portanto, aprofundar relações com os EUA? Eu não queria…

Fonte:

SOL

Written by Nuno França - Photography

10 de Setembro de 2008 at 15:24