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Adeus, Tininha! | 5 Para a Meia-Noite | RTP

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A Cristina Ferreira saiu da TVI, rumo à rival, SIC.

A RTP voltou ontem com o 5 Para a Meia-Noite e a Filomena Cautela e a Inês Lopes Gonçalves fizeram uma montagem engraçada. Ora vejam!

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Written by Nuno França - Photography

7 de Setembro de 2018 at 19:25

Cláudia Pascoal – O Jardim

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E a vencedora é a Cláudia Pascoal!

 

 

 

Written by Nuno França - Photography

7 de Março de 2018 at 17:03

Salvador Sobral – Amar Pelos Dois

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Respeito pelo Benfica!

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Written by Nuno França - Photography

12 de Abril de 2014 at 20:39

O praticante de fuck*…

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Written by Nuno França - Photography

8 de Abril de 2014 at 12:06

“Uma Família Açoriana” – RTP

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Estreou ontem na RTP-1 a série de 8 episódios, “Uma Família Açoriana”. Muita expectativa por estas bandas (em São Miguel – Açores), pelo facto de se tratar de uma família abastada de São Miguel.

Produzida pela Cinemate e Cinepalco para a RTP.

O livro “Os Cantos”, de Maria Filomena Mónica, sobre uma das famílias mais representativas do Século XIX.

Maria Filomena Mónica e António Barreto fizeram inclusivamente o pré-guião da série, desenvolvido e concluído por João Nunes. Há, naturalmente, muita ficção no meio da verdade histórica, mas é José do Canto que podemos ver em Vasco Ataíde da Câmara, interpretado por Nicolau Breyner, bem como a sua família na sua mulher Maria Isabel (Maria João Luís) e nos seus filhos António (Duarte Guimarães), Pedro (Nuno Gil) e Margarida (Maria Leite). Do elenco principal faz ainda parte Catarina Wallenstein no papel de Rose, a filha do cônsul americano por quem os dois filhos de Vasco Ataíde da Câmara irão entrar em conflito.

Vasco Ataíde da Câmara é apresentado na série com um patriarca e grande impulsionador da modernidade na ilha de São Miguel. Num período temporal que abrange uma década, assistimos à sua luta junto do Poder Central pela construção de um porto em Ponta Delgada, essencial para exportação da laranja, de que era um dos grandes produtores, mas também aos problemas que vão dividindo os seus seus filhos, que regressaram à ilha depois dos estudos em Inglaterra, bem como à perda da sua mulher.

Ontem, como tal, assisti à estreia e, após alguns minutos do primeiro episódio começaram a notar-se as primeiras falhas, o que é pena, sobretudo, tendo em conta que mete a RTP pelo meio.

A começar por um pormenor, logo no início do episódio, em que os actores principais (Nicolau Breyner e Maria João Luís) estão na estufa do Palácio de Sant’Ana, quando, no desenrolar da cena, Nicolau Breyner fala e o som pareceu-me ser gravado em estúdio. Porquê? Ouviu-se um eco ligeiro, que não é muito normal dentro de uma estufa… e, ao colocar, posteriormente, uma jarra em cima da pequena mesa, notou-se um som mais natural (ambiente), o que contrastou, claramente, com o som da voz.

E, daí para a frente, não pararam de aparecer situações insólitas:

  • Um jovem açoriano, muito conhecido pelas redes sociais (Helfimed), teve, como ele brincou, 7 segundos de fama nesta série… Contudo, apesar de participar na mesma com falas, inexplicavelmente/lamentavelmente, fizeram DOBRAGEM, sim, DOBRAGEM daquilo que ele tinha dito! Porquê?! Não sei… mas, segundo parece, num local em que se fala, sobretudo, sotaque MICAELENSE, cortarem o sotaque de um micaelense, é muito, muito feio! Aliás, acho que não faz sentido absolutamente nenhum grande parte dos participantes terem pronúncia de Portugal Continental! Lá está, o próprio brincou com a situação e mostrou-se surpreendido:

Pois foi, estive a ver e dobraram a minha parte, lool. 
Ele disse exatamente o que eu disse, e eu disse naquele preciso tom e representação, mas dobraram para “continental”. 
Acho que falei de forma perfeitamente perceptível, no meu micaelense normal que vocês conhecem dos vídeos… e lá ninguém me disse que eu não podia falar micaelense.
Mas faz sentido, porque haveria de ter gente a falar micaelense em São Miguel?
Enfim, sempre é melhor do que legendas

Podem ver o vídeo clicando aqui.

Irritou-me profundamente quando vi tal coisa, tal dobragem, que, para quem conhece o Hélder, obviamente, tornou-se descarada… Mais, podiam ter feito o acerto do som com a imagem, que está muito mau!

Não vi o jornalista Norman MacCallum ser dobrado nos anúncios do MEO! Fala com o seu sotaque estrangeirado, o que é normal. Cortarem o pio ao Hélder foi foleiro.

  • Numa dos desafios entre os três jovens, falam numa corrida até à Canada Funda… estive a pesquisar, desconheço o local, não cheguei a grandes conclusões, mas o google diz que fica algures na ilha Terceira. Contudo, nas imagens, mostram um pouco de tudo nesta corrida, aparentemente, Furnas, Sete Cidades, para corridas a cavalo… mas aí não estou totalmente certo, dado que as imagens não são muito claras.
  • Noutra das sequências do episódio, um dos filhos, Pedro (Nuno Gil), sai a cavalo do Clube Micaelense e vai tratar de negócios… pois bem, ele sai num cavalo e chega noutro:
fotografia 1(1)

Saída

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Chegada ao destino

  • E, a parte que mais dúvidas gerou, mas aqui vai… A filha de Vasco Ataíde, Margarida (Maria Leite), e decidem convidá-la para tocar piano… Aqui vai o que aconteceu… Se calhar até é algo normal, mas pareceu-me estranho…
Durante o jantar

Durante o jantar

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A jovem vai para o piano

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Mudam o ângulo da filmagem e o vestido parece mudar… (a jovem parece-me a mesma)

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Vestido novo ; flores desapareceram de cima do piano!

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Última cena do episódio, mãe e filha aparecem… vestido confirma que é a mesma personagem

Em termos técnicos não gostei… e, se há coisa que não gosto nada, quando vejo um filme ou série é dar por mim a reparar nas falhas… nesta, foi uma constante, após aquele primeira nota: gravação de falas em estúdio

O positivo da série? As paisagens que passaram de São Miguel, mesmo com o céu nublado, que os meteorologistas/meios de comunicação social do Continente tanto insistem em dizer que é a nossa imagem de marca…

A parte histórica é sempre algo interessante. Sempre gostei de ver séries históricas, mas ver esta deixou-me com curiosidade e expectativas (apesar de não serem as melhores – depois do que vi neste primeiro episódio) para os próximos. Não deve ter sido uma produção barata, como tal, o público exige algo com qualidade.

Vamos esperar pelos próximos para ver se há melhorias ou não. Daqui a uma semana espero estar escrever aqui com mais elogios do que críticas (negativas).

Written by Nuno França - Photography

15 de Outubro de 2013 at 00:18

O que querem fazer com a RTP?

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Queriam cortar nas emissões da RTP… aliás, acabaram por fazê-lo com a RTP-Açores e Madeira.

Queriam acabar com as emissões de programas como a Praça da Alegria, mas acabaram por criar ainda mais programas aos fins-de-semana para senhores(as) que ganham balúrdios (Jorge Gabriel, Sónia Araújo, etc).

Etc, etc…

E hoje, este palhaço, Poiares Maduro, vem dizer uma verdade:

RTP tem excesso de pessoal

Mas falam na possibilidade de criar mais 4 canais ligados à RTP?!?! Brincamos, ou quê?!?

De acordo com a edição online do semanário Expresso, que está a avançar a informação, se esta intenção se concretizar, os novos canais serão dedicados às áreas infanto-juvenil, música, educação e sociedade civil.

 

Sim, porque, nós, Zé Povinho, andamos a pagar todos os ordenados milionários existentes na RTP e não vemos nada, mesmo nada de jeito! Programas rasca, como aquele que referi acima. Custos excessivos com apresentador 1, 2, 3, no local X, Y, Z, para além, obviamente, dos custos mensais para cada um destes…

E vai continuar tudo na mesma… aumenta-se o número de canais, para dizerem que aproveitaram os recursos humanos em excesso (escondem-se os ordenados milionários) nos novos canais. Qualidade?! Pouca ou nenhuma!

E, lá está… cortaram na RTP-Açores, por exemplo… que, agora, até parece um gozo, ver os noticiários da RTP Informação transmitidos com o logótipo da RTP-Açores. Tão triste! Pior do que isso… é saber que alguns desses jornalistas da RTP de Portugal Continental ganham mais do que 2 ou 3 funcionários da RTP-Açores juntos… e não aponto nomes, é claro, mas investiguem.

Depois a despesa da RTP (no geral) está nos Açores e na Madeira?! PQVP!!!

 

Por isso deixo a questão: o que querem mesmo fazer com a RTP?!

 

Written by Nuno França - Photography

9 de Outubro de 2013 at 17:31