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Glifo e os seus significados (2)

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Nos últimos 3 dias o blogue tem andado com números espectaculares… mais de 300 visitas na 3ª feira, 4ª feira ultrapassou os 1300 visitantes, ontem também esteve perto dos 1300… e hoje, já vai com quase 500.

Tudo devido a uma série que me fascinou imenso: Fringe… e todos os seus glifos. O artigo que publiquei aqui em 2010, quando comecei a acompanhar a série foi precisamente sobre os Glifos e algumas curiosidades sobre eles… artigo este que está a ser muito consultado (sobretudo no Brasil) e a permitir estes números muito positivos.


Encontrei mais uns pequenos vídeos interessantes sobre alguns destes símbolos.

Written by Nuno França

12 de Dezembro de 2014 at 11:46

The Firefly – Fringe… um fascínio!

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Terça-feira é dia de Fringe!

E hoje, saiu na FOX PT o episódio 10, da temporada 3.

Genial!

Estes criadores desta série, não tenho palavras para descrever…

Arrisco em dizer que este foi o meu favorito desta 3ª temporada (coisa que não costumo fazer, porque são todos muitíssimo bons, desde a T1).

E fica aqui uma das partes que mais me fascinaram neste episódio:

“There are things that I know. But there are things that I do not. Various possible futures are happening simultaneously. I can tell you all of them, but I cannot tell you Which one of them will come to pass. Because every action causes ripples, consequences both obvious and unforeseen. For instance, after I pulled you and Peter from the icy lake. Later that summer, Peter caught a firefly. I could not have known he would do that or that because he did, a young girl three miles away would not. And so, later that night, she would continue looking, trying to find another one. I could not have known that when she did not come home, her father would go out looking for her, driving in the rain, so that when the traffic light turned red, his truck skidded through the intersection at Harvard Yard, killing a pedestrian. You and I have interfered with the natural course of events. We have upset the balance in ways I could not have predicted, which is why now I need your help.” – The Observer (to Walter, sharing some insight and perspective while maneuvering Walter into a desired course of action)

 

Num episódio com tantas ligações passado/presente/futuro, nada como irem buscar o senhor, conhecido pelos filmes de “Regresso ao futuro”, Christopher Lloyd.

Portanto, para mim, toda esta série faz um sentido do caraças, que nem tenho palavras.

 

 

Fonte:

Fringepedia

Written by Nuno França

8 de Novembro de 2011 at 23:31

É o que dá ver Fringe… aprende-se bastante!

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Adoro Fringe… não é novidade.

Hoje, ao ver a Fringepedia (após o 6º episódio da temporada 3), deparei-me com algo… e acabei por chegar ao The Conet Project (encontrando também Number Station).

E, em ambos, a referência a “Phonetic Alphabet – NATO”… com um pequeno leitor onde podia ouvir isto. Decidi ir ao Youtube… e podem ouvir abaixo.

Taquigrafia

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Taquigrafia (do grego taqui = rápido e grafia = escrita) é um termo geral que define todo método abreviado ou simbólico de escrita, com o objetivo de melhorar a velocidade da escrita ou a brevidade, em comparação a um método padrão de escrita. A diferença entre taquigrafia e estenotipia é que a taquigrafia é feita a mão, geralmente usando lápis ou caneta; já a estenotipia utiliza máquinas próprias na composição dos taquigramas.

Os sistemas típicos da taquigrafia fornecem símbolos ou abreviaturas para as palavras e as frases comuns, o que permite que alguém, bem treinado no sistema, escreva tão rapidamente que possa acompanhar as falas de um discurso.

Há muitos métodos taquigráficos diferentes no mundo inteiro, muitos foram adaptados para a língua portuguesa e apenas um criado para a tal língua: o método Leite Alves.

Consiste em atribuir um taquigrama para cada som vogal, consonantal ou par de fonemas homorgânicos (P, B – Q, G – T, D – F, V – S, C – X, G), diferente do português que utiliza um conjunto de letras para representar um som. Existem dez taquigramas que represantam o som das consoantes, os seis fonemas homorgânicos já apresentados e as consoantes: L, M, N e R. E seis vogais (a vogal E é separada entre aguda e grave)
Mas apenas isso não faz com que a taquigrafia seja rápida, existem 40 “terminações”, que são pequenos símbolos que ficam ao lado do taquigrama e indicam como a palavra termina: em uma pessoa de um tempo verbal, no infinitivo, no participio, no gerúndio, entre outros.

Com essas lições dominadas a fase de alfabetização esta completa. Dando início aos treinos de velocidade, onde gradativamente se traquigrafa mais rápido e se aprende nossas palavras: as “arbitrárias”, que são traçados específicos para as palavras, frases ou expressões mais utilizadas, que muitas vezes fogem das regras da alfabetização, mas tornam a escrita muito mais rápida, fazendo a arte de taquigrafar ser uma tarefa possível.

 

Fontes:

Taquigrafia

Taquigrafia em foco

Mundo da Taquigrafia

Esteganografia (do grego “escrita escondida”)

Fringepedia

Esteganografia (do grego “escrita escondida”)

Written by Nuno França

4 de Janeiro de 2011 at 22:16