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Wayward Pines (review)

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Olá a todos!

Hoje estou de regresso aos reviews de filmes e séries. Neste caso, provavelmente será mais de séries pois estas chegaram a um patamar de qualidade, na minha opinião, mais alto que o cinema!

E começo com uma série entusiasmante: Wayward Pines

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A história começa com o agente secreto Ethan Burke (Matt Dillona ser enviado para uma missão à procura de 2 agentes desaparecidos. Para tal, é enviado, precisamente para Wayward Pines, Idaho!

Chegado ao local, as coisas tornam-se confusas para a personagem, para quem está a ver no sofá. Assim que entra na cidade é visto como uma pessoa estranha e cuja principal abordagem é de que ninguém sai de lá com vida! A cidade está rodeada por uma muralha armadilhada com alta tensão e os avisos são sérios. Não há ligações possíveis com o exterior. Logo aí, ficamos: Mas o que se está a passar?!

Decorrido o episódio, em que reencontra a família, tudo fica mais confuso! Ficamos com o “bichinho” (vontade) para ver o que virá no próximo episódio! É incrível!

Sensivelmente durante grande parte da temporada ficamos com a pergunta:

Por que raio não se pode sair da cidade? O que há lá fora?!

Vão ficar surpreendidos!!!

Há muito tempo que não via uma série (a par desta, só mesmo Fringe) que me deixasse neste estado. Acabar o episódio e pensar: Vou ter de esperar uma semana pelo próximo episódio!!!

Assim foi, até ao final da 1ª temporada, foi angustiante esperar pelo episódio seguinte e seguinte…

Até que, mais tarde, num período em que aguardava pela segunda temporada, decidi rever a 1ª de fio a pavio! E mais cativante que isto, foi ter tido companhia da minha cara-metade que também ficou a gostar imenso da série!

Chegada a 2ª temporada, novos dramas, novas personagens! Já com o mistério desvendado, resta saber como se vai resolver a situação!

Como não vos vou dar spoilers, apenas digo que é uma série de enorme qualidade!

Merece ser vista e revista!

A minha pontuação: 9/10

 

Glifo e os seus significados (2)

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Nos últimos 3 dias o blogue tem andado com números espectaculares… mais de 300 visitas na 3ª feira, 4ª feira ultrapassou os 1300 visitantes, ontem também esteve perto dos 1300… e hoje, já vai com quase 500.

Tudo devido a uma série que me fascinou imenso: Fringe… e todos os seus glifos. O artigo que publiquei aqui em 2010, quando comecei a acompanhar a série foi precisamente sobre os Glifos e algumas curiosidades sobre eles… artigo este que está a ser muito consultado (sobretudo no Brasil) e a permitir estes números muito positivos.


Encontrei mais uns pequenos vídeos interessantes sobre alguns destes símbolos.

Written by Nuno França

12 de Dezembro de 2014 at 11:46

Ver Fringe dá nisso…

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The Hermes 3000 was the well-known typewriter of iconic author Jack Keroauc during the 1960’s ‘Hippie Movement’ and recently auctioned for $22,500 (USD). In Greek mythology, Hermes was the Great Messenger of the Gods and the patron of boundaries, and the travelers who cross them.

Pesquisa efectuada devido à aparição na minha série favorita: Fringe.

Written by Nuno França

16 de Janeiro de 2013 at 23:53

Bad Robot

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Porque ver Fringe é a mesma coisa que dizer que, no final, vejo e oiço este bonito robot.

Written by Nuno França

15 de Janeiro de 2013 at 22:52

The Firefly – Fringe… um fascínio!

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Terça-feira é dia de Fringe!

E hoje, saiu na FOX PT o episódio 10, da temporada 3.

Genial!

Estes criadores desta série, não tenho palavras para descrever…

Arrisco em dizer que este foi o meu favorito desta 3ª temporada (coisa que não costumo fazer, porque são todos muitíssimo bons, desde a T1).

E fica aqui uma das partes que mais me fascinaram neste episódio:

“There are things that I know. But there are things that I do not. Various possible futures are happening simultaneously. I can tell you all of them, but I cannot tell you Which one of them will come to pass. Because every action causes ripples, consequences both obvious and unforeseen. For instance, after I pulled you and Peter from the icy lake. Later that summer, Peter caught a firefly. I could not have known he would do that or that because he did, a young girl three miles away would not. And so, later that night, she would continue looking, trying to find another one. I could not have known that when she did not come home, her father would go out looking for her, driving in the rain, so that when the traffic light turned red, his truck skidded through the intersection at Harvard Yard, killing a pedestrian. You and I have interfered with the natural course of events. We have upset the balance in ways I could not have predicted, which is why now I need your help.” – The Observer (to Walter, sharing some insight and perspective while maneuvering Walter into a desired course of action)

 

Num episódio com tantas ligações passado/presente/futuro, nada como irem buscar o senhor, conhecido pelos filmes de “Regresso ao futuro”, Christopher Lloyd.

Portanto, para mim, toda esta série faz um sentido do caraças, que nem tenho palavras.

 

 

Fonte:

Fringepedia

Written by Nuno França

8 de Novembro de 2011 at 23:31

É o que dá ver Fringe… aprende-se bastante!

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Adoro Fringe… não é novidade.

Hoje, ao ver a Fringepedia (após o 6º episódio da temporada 3), deparei-me com algo… e acabei por chegar ao The Conet Project (encontrando também Number Station).

E, em ambos, a referência a “Phonetic Alphabet – NATO”… com um pequeno leitor onde podia ouvir isto. Decidi ir ao Youtube… e podem ouvir abaixo.

Sherlock (TV Serie)

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Há uma semana começava no AXN uma série nova. Ora, como gosto de séries de investigação e, o nome foi culpado pela minha decisão de deixar a mesma a gravar.

Hoje, à última da hora, pensava “Vou ver 5PMN ou True Blood (T1)!”, quando me deu para olhar para o Guia TV e reparar que hoje ia dar o E2 da T1 de “Sherlock“. E, como não tinha nada planeado a 100%, decidi não deixar acumular muito mais e vi o primeiro.

Falando agora da série… achei GENIAL! Bate qualquer “CSI” (que é uma série tão repetitiva)… ou até mesmo “Medium”. Está ao nível de “Fringe” e de “The Mentalist”.

Drama, mistério, crimes… e umas boas doses de humor “camuflado” fizeram com que ficasse fascinado!

Poderia ser apenas uma opinião pessoal, mas podem mesmo confirmar isto mesmo na página do IMDB, cuja pontuação é de 8.9/10… o que é fabulosa!

Sherlock é personagem interpretada por Benedict Cumberbatch (sabia que conhecia o homem, só no IMDB tirei a minha dúvida – do filme “A Expiação“), num excelente trabalho deste.

 

Com o selo da BBC, é preciso dizer mais?!

Vou “devorar” esta série! E sei que já vai na segunda temporada. 😀

Ou seja, recomendo!!!

 

Fontes:

IMDB

AXN

Written by Nuno França

15 de Setembro de 2011 at 21:54

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Baseado nesta análise

E baseado também na série Fringe (que adoro)… posso dizer que:

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Parece um conjunto de números… mas só não devem ter reparado num pormenor:

É o número Pi ao contrário!

(sim… ainda me dei ao trabalho de marcar o número ao contrário… não me responsabilizo por algum algarismo que esteja a faltar…)

 

Porquê Fringe?

Por ser uma série que fala em factos científicos, constantes matemáticas, etc… muitas das vezes, dissimuladas nos cenários que nos aparecem pela frente. 🙂

Written by Nuno França

19 de Fevereiro de 2011 at 15:21

Taquigrafia

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Taquigrafia (do grego taqui = rápido e grafia = escrita) é um termo geral que define todo método abreviado ou simbólico de escrita, com o objetivo de melhorar a velocidade da escrita ou a brevidade, em comparação a um método padrão de escrita. A diferença entre taquigrafia e estenotipia é que a taquigrafia é feita a mão, geralmente usando lápis ou caneta; já a estenotipia utiliza máquinas próprias na composição dos taquigramas.

Os sistemas típicos da taquigrafia fornecem símbolos ou abreviaturas para as palavras e as frases comuns, o que permite que alguém, bem treinado no sistema, escreva tão rapidamente que possa acompanhar as falas de um discurso.

Há muitos métodos taquigráficos diferentes no mundo inteiro, muitos foram adaptados para a língua portuguesa e apenas um criado para a tal língua: o método Leite Alves.

Consiste em atribuir um taquigrama para cada som vogal, consonantal ou par de fonemas homorgânicos (P, B – Q, G – T, D – F, V – S, C – X, G), diferente do português que utiliza um conjunto de letras para representar um som. Existem dez taquigramas que represantam o som das consoantes, os seis fonemas homorgânicos já apresentados e as consoantes: L, M, N e R. E seis vogais (a vogal E é separada entre aguda e grave)
Mas apenas isso não faz com que a taquigrafia seja rápida, existem 40 “terminações”, que são pequenos símbolos que ficam ao lado do taquigrama e indicam como a palavra termina: em uma pessoa de um tempo verbal, no infinitivo, no participio, no gerúndio, entre outros.

Com essas lições dominadas a fase de alfabetização esta completa. Dando início aos treinos de velocidade, onde gradativamente se traquigrafa mais rápido e se aprende nossas palavras: as “arbitrárias”, que são traçados específicos para as palavras, frases ou expressões mais utilizadas, que muitas vezes fogem das regras da alfabetização, mas tornam a escrita muito mais rápida, fazendo a arte de taquigrafar ser uma tarefa possível.

 

Fontes:

Taquigrafia

Taquigrafia em foco

Mundo da Taquigrafia

Esteganografia (do grego “escrita escondida”)

Fringepedia

Esteganografia (do grego “escrita escondida”)

Written by Nuno França

4 de Janeiro de 2011 at 22:16

Fringe – Tema de abertura

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Amo esta música!

O primeiro vídeo é o genérico oficial de Fringe:

O segundo vídeo, é a música, na sua totalidade.

Vale a pena ouvir!

Written by Nuno França

30 de Dezembro de 2010 at 21:29