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Sanitana – Improving Simplicity

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Este fim-de-semana estive num evento de enorme qualidade, aqui em São Miguel, com grandes nomes dos negócios, o Azores Tek (Fronteiras da Inovação), que decorreu no Parque Tecnológico (NONAGON) da ilha de São Miguel. Nomes como Tim Vieira (“tubarão” de Shark Tank em Portugal), Manuel Lima (outro açoriano, que é UX Design Manager na Google) ou Rui Vieira (director de filmes e fotógrafo), sendo que este último é de quem vos falo agora.

Rui Vieira é açoriano e director de filmes e fotógrafo. Tem grandes trabalhos realizados, em fotografia e, mais recentemente, tem dedicado mais o seu tempo a campanhas de publicidade (em vídeo).

Assim, após a apresentação dele dei de caras com um produto (que não vos vou dizer agora – vejam o vídeo primeiro!!) do qual ele fez parte na realização:

 

Pois bem… quem vê o vídeo não sonha nem pensa em qual será o produto final… e, após uma das pausas das inúmeras palestras, encontrei um produto desta marca, tal como podem imaginar…

Estavam à espera de encontrar este produto final?!

 

Além deste anúncio, certamente conhecem outros que têm passado na televisão: WTF, como por exemplo o “Vais chamar a mamã?

Dêem uma vista e olhos pelo site do Rui e apreciem o seu magnífico trabalho! 🙂

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http://www.ruivieira.net/

Rui Vieira – Playground

 

 

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Croácia! Vamos a isto!

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Dos poucos jogos que vi do Mundial, acompanhei mais ou menos algumas equipas que estavam surpreender: Bélgica e Croácia

Infelizmente, a Bélgica não passou e ficou-se pelas meias-finais. Foi pena!

Acho que as selecções merecedoras desta final eram precisamente as duas que referi.

Agora, resta-me esperar pelo jogo da final e que a Croácia seja a vencedor! Seria um feito histórico, uma selecção de um país “pequeno”, com pouco mais de 4.000.000 de habitantes.

Abaixo algumas imagens que marcaram o dia de ontem.

Um grande fotógrafo é assim, fotografa em qualquer circunstância!

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Fotógrafo Yuri Cortez literalmente “atropelado” pelos jogadores da Croácia quando marcaram o 2º golo!

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O fotógrafo “atropelado” foi beijado por alguns jogadores após o atropelo!

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Mario Mandžukić, o marcador do golo!

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Aqui outro ângulo, com o Josip Pivarić a festejar em frente da máquina do fotógrafo!

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AFP photographer Yuri Cortez recovers well. Photograph: Carl Recine/Reuters

 

E esta poderá ser também uma das melhores fotografias do Mundial.

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Vrsaljko com a bandeira da Croácia, depois de ter vencido a Inglaterra nas meias-finais do Mundial2018. Créditos: FIFA/Agências

 

Fontes:

Twitter (1)

Twitter (2)

SOL

Mais fotos aqui.

Sapo

Clics

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“It’s not the photographer who makes the picture, but the person being photographed” Sebastião Salgado

“It’s not the photographer who makes the picture, but the person being photographed”

Sebastião Salgado

Source:

Caixa Negra

Herra Kuulapaa: especialista em fotografia a balas!

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O fotógrafo finlandês Herra Kuulapaa passou os últimos sete anos a aperfeiçoar a sua técnica, captando imagens de balas no preciso momento em que estão a ser disparadas.

Os fabricantes de armas e de munições utilizam os dados recolhidos para melhorarem os seus produtos. A informação recolhida nas imagens ajuda os fabricantes a aperfeiçoarem tanto o recoil(o «esticão» que o utilizador sente durante o disparo) como o flash na boca da arma.

 

Nalgumas das suas fotos, em que as balas viajam a mais de 1.287 km/hora disparadas por pistolas, podemos ver os surpreendentes efeitos visuais provocados pelo disparo, com a pólvora a criar verdadeiras explosões de cores e formas.

Noutras armas, como a AR-15, as balas chegam a velocidades de 3.057 km/hora.

O fotógrafo já realizou trabalhos com armas como uma pistola Glock altamente adaptada, uma espingarda de calibre .308, uma AR15 da Colt, uma Desert Eagle .50AE, e um revólver Magnum 500, da Smith & Wesson, tido como o «rei» das pistolas.

Gérard Castello-Lopes: o fotógrafo que merece uma exposição

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O título que me chamou a atenção foi este: AS FOTOGRAFIAS CHECAS DE GÉRARD CASTELLO-LOPES VÃO TER UMA EXPOSIÇÃO

 

E ainda bem!! Não conhecia este fotógrafo, ainda por cima, Português: Gérard Castello-Lopes

Imagens foram captadas durante uma curta viagem a Praga, em Dezembro de 1957.

A loja da FNAC no Chiado, em Lisboa, vai expor a partir de 4 de Junho uma série de fotografias inéditas que Gérard Castello-Lopes captou em Praga, em Dezembro de 1957, quando a então Checoslováquia ainda estava sob domínio soviético. São mais de duas dezenas de imagens escolhidas por Jorge Calado que mostram uma cidade pardacenta, de quotidiano sombrio e que até agora não fazia parte do roteiro fotográfico conhecido de um dos mais consagrados fotógrafos portugueses.

Nesta selecção de fotografias começam a revelar-se os traços característicos da imagética fotográfica de Gérard Castello-Lopes, com muitas cenas de rua (evitando a monumentalidade), pessoas captadas de costas (o fotógrafo não gostava do confronto com o olhar nem de se sentir intrusivo), as montras de lojas (uma das suas obsessões) e a dinâmica urbana (transportes públicos, carros, polícias sinaleiros…). Curiosamente, apesar das suas reticências em “importunar” transeuntes com a sua actividade fotográfica, entre as dezenas de fotografias que mandou imprimir (das quase 100 que captou), a única imagem que escolheu para representar a sua viagem a Praga é o retrato de um asiático, de olhar directo, apelidado na família de Gérard como “o vietnamita”.

Um estilo muito semelhante a Henri Cartier-Bresson.

Nascido em Vichy, viveu ao longo da sua vida, em Lisboa, Cascais e Estrasburgo, onde integrou o Corpo Diplomático da Missão Permanente de Portugal junto do Conselho da Europa. Mais tarde fixaria residência em Paris. Licenciado em Economia, pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, dedicou a sua vida ao cinema e à fotografia. Herdeiro e gerente da distribuidora Castello-Lopes, fundada pelo seu pai, foi também assistente de realização de Artur Ramos e de Fernando Lopes no filme “Os Pássaros de Asas Cortadas” (1962), co-autor e assistente de produção e realização da curta-metragem de 1970, “Nacionalidade: Português”, e foi um dos fundadores do Centro Português de Cinema. Entre 1991 e 1993, foi presidente do júri do Instituto Português de Cinema, e integrou o conselho consultivo da Culturgest. Foi crítico de cinema, de 1964 a 1966, na revista O Tempo e o Modo, e escreveu para os jornais A Tarde e o Semanário, entre 1982 e 1984. Também foi assistente de encenação de duas óperas, subsidiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, e produzidas pelo Grupo Experimental de Ópera de Câmara.

Podem ler mais aqui e aqui.

Fotografia premiada…

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Há algum tempo atrás partilhei aqui umas fotografias de Natureza… Inclusive, uma delas foi premiada… E é, por isso mesmo, que volto a partilhar!

E é uma fotografia que mantenho no meu wallpaper há muito tempo!

One big alligator had clearly eaten its fill. ‘It wasn’t going anywhere in a hurry,’ says Larry. ‘So I set my tripod and camera up about seven metres in front of him and focused on his eyes.’ Just after sunset, Larry set his flash on the lowest setting to give just a tiny bit of light, enough to catch the eyeshine in the alligator’s eyes. Like cats, an alligator has a tapetum lucidum at the back of each eye – a structure that reflects light back into the photoreceptor cells to make the most of low light. The colour of eyeshine differs from species to species. In alligators, it glows red – one good way to locate alligators on a dark night. The greater the distance between its eyes, the longer the reptile, in this case, very long.
Nikon D2X + 80-400mm f4.5-5.6 lens; 8 sec at f8; ISO 200; SB-800 flash; Gitzo 3125 tripod; Manfrotto 468RC2 Ball Head.

As fotos que publicamos no final desta notícia (acima) podem impressionar os mais timoratos, mas a sua beleza é inacreditável. Tiradas pelo corajoso fotógrafo Larry Lynch – que ficou a apenas sete metros dos animais – elas representam a biodiversidade do Myakka River State Park, na Florida.

“Sabia que os jacarés estavam numa área muito específica, por isso só tive de encontrar um que cooperasse”, revelou Lynch. As fotos foram premiadas pelo Natural History Museum de Londres, com o título Warning Night Light.

Ao colocar o seu flash na configuração mais baixa, Lynch apanhou na perfeição o magnífico brilho dos olhos do jacaré. Na verdade, o vermelho dos seus olhos é uma boa forma de alertar os visitantes incautos da proximidade de um jacaré.

Os olhos dos jacarés, como os dos gatos, tiram partido da luz ténue com células foto-receptoras especiais. Mas, ao contrário daqueles animais domésticos, o reflexo do olhar dos jacarés é vermelho.

Written by Nuno França - Photography

10 de Fevereiro de 2013 at 10:19

Foto(s) do dia

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Kent Shiraishi (fotógrafo japonês).
Distinguido pela National Geographic, a sua “Blue Pond” foi escolhida pela Apple como um dos wallpaper do sistema operativo OS X Mountain Lion. É obra !

 

Kent Shiraishi é um fotógrafo japonês, ainda relativamente desconhecido do grande público.

Fotografa, essencialmente, paisagens, dominando uma área extremamente difícil da Fotografia, sobretudo, no Inverno: a Luz

 

Fonte:
jmphotoblogs

Written by Nuno França - Photography

2 de Fevereiro de 2013 at 14:13