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Eu ainda acredito no amor (para onde foi?)

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Uma crónica interessante que partilho convosco alguns excertos.

 

Eu acredito no amor. Considero-me uma dessas cabeças no ar, que ainda acreditam que haja amores que durem a vida toda. Eu acredito que o primeiro amor possa ser um amor para a vida.

 

Não é de hoje, nem é novo, que ouvimos sempre os mais adultos dizerem aos que, como eu, ainda sonham com o amor eterno, coisas como “isso não paga as contas”. A verdade é essa: o amor não põe comida na mesa, não erradica a fome no mundo, não é a cura de todos os males. Mas então, o que é, afinal?

O amor pode não encher a barriga, mas aquece-a. Pode não pagar as contas, mas ajuda a ter força para levantar, pela manhã, e ir trabalhar para as pagar.

(…)

 

Eu acredito em “um amor e uma cabana”. Ainda vivo na ilusão de que há primeiros amores que duram para sempre. Pessoas que se aturam e se suportam e se apoiam por uma vida inteira. Ainda acredito que haja quem queira lutar por esta utopia.

Mas, de novo, me dizem que eu “sou muito novinha” e que “um dia mais tarde vais pensar de forma diferente”… “Quando tiveres a nossa idade”… Não é triste? Que, com a idade, deixemos de acreditar no amor? Não é triste, viver sabendo que precisamos de mais do que aquele abraço, aquele beijo na testa? Não é triste que prefiramos ganhar o euromilhões a encontrar o amor da nossa vida?

 

(…)

 

Eu continuo a acreditar na força do amor. Se calhar, estou iludida, pois vivo ainda o meu primeiro amor e espero que ele seja para a vida. Posto isto, sei que vou ouvir muitas mais vezes que “um dia irás mudar de perspectiva… quando cresceres”. E, se assim for, lamentar-me-ei por ter perdido a esperança no amor.

 

Por enquanto, de estômago vazio mas de coração cheio, eu assumo que acredito na força do amor, dos primeiros amores, de viver com o coração nas mãos. Não deixemos que isso se perca, no futuro.

 

Para lerem tudo, cliquem aqui.

 

E aqui, o blogue da jovem que escreveu o texto.

Written by Nuno França

5 de Junho de 2014 at 11:20

Taquigrafia

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Taquigrafia (do grego taqui = rápido e grafia = escrita) é um termo geral que define todo método abreviado ou simbólico de escrita, com o objetivo de melhorar a velocidade da escrita ou a brevidade, em comparação a um método padrão de escrita. A diferença entre taquigrafia e estenotipia é que a taquigrafia é feita a mão, geralmente usando lápis ou caneta; já a estenotipia utiliza máquinas próprias na composição dos taquigramas.

Os sistemas típicos da taquigrafia fornecem símbolos ou abreviaturas para as palavras e as frases comuns, o que permite que alguém, bem treinado no sistema, escreva tão rapidamente que possa acompanhar as falas de um discurso.

Há muitos métodos taquigráficos diferentes no mundo inteiro, muitos foram adaptados para a língua portuguesa e apenas um criado para a tal língua: o método Leite Alves.

Consiste em atribuir um taquigrama para cada som vogal, consonantal ou par de fonemas homorgânicos (P, B – Q, G – T, D – F, V – S, C – X, G), diferente do português que utiliza um conjunto de letras para representar um som. Existem dez taquigramas que represantam o som das consoantes, os seis fonemas homorgânicos já apresentados e as consoantes: L, M, N e R. E seis vogais (a vogal E é separada entre aguda e grave)
Mas apenas isso não faz com que a taquigrafia seja rápida, existem 40 “terminações”, que são pequenos símbolos que ficam ao lado do taquigrama e indicam como a palavra termina: em uma pessoa de um tempo verbal, no infinitivo, no participio, no gerúndio, entre outros.

Com essas lições dominadas a fase de alfabetização esta completa. Dando início aos treinos de velocidade, onde gradativamente se traquigrafa mais rápido e se aprende nossas palavras: as “arbitrárias”, que são traçados específicos para as palavras, frases ou expressões mais utilizadas, que muitas vezes fogem das regras da alfabetização, mas tornam a escrita muito mais rápida, fazendo a arte de taquigrafar ser uma tarefa possível.

 

Fontes:

Taquigrafia

Taquigrafia em foco

Mundo da Taquigrafia

Esteganografia (do grego “escrita escondida”)

Fringepedia

Esteganografia (do grego “escrita escondida”)

Written by Nuno França

4 de Janeiro de 2011 at 22:16