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Descoberta: o apêndice serve para…

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Os cientistas descobriram, finalmente, para que serve tal coisa…

O apêndice tem sido considerado um órgão redundante e potencialmente problemático no corpo humano. Mas investigadores norte-americanos afirmam ter descoberto finalmente a sua verdadeira função.

Segundo eles, o apêndice funciona como um lugar seguro para as bactérias boas do organismo, que podem ser usadas para retomar o bom funcionamento do intestino depois de um surto de disenteria ou cólera.

Após um ataque severo no intestino grosso, que pode conduzir à remoção de bactérias essenciais para a digestão, é do apêndice que surgem as reservas de bactérias benéficas, capazes de reestabelecer o bom funcionamento do corpo.

Os cientistas defendem, contudo, que continua a fazer sentido remover o apêndice, em casos de inflamação.

Bill Parker, do Duke University Medical Centre, na Carolina do Norte, explicou ser importante que “as pessoas entendam que, se o seu apêndice fica inflamado, não significa que o devem manter apenas porque ele tem uma funcionalidade”.

E conclui: “Não queremos que isto [a descoberta] cause qualquer dano, não queremos que as pessoas digam que, por o seu apêndice ter uma função, não têm de ir ao médico e não o querem remover”.

Fonte:

Greensavers

Written by Nuno França

10 de Agosto de 2013 at 12:39

Jovem criou teste de detecção de cancro no pâncreas

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Jack Andraka deixou de ser o típico adolescente despreocupado e é agora um jovem e promissor cientista por ter descoberto uma forma de baixo custo e eficaz na detecção do cancro do pâncreas.


Com a internet, qualquer coisa é possível“, explicou o norte-americano Jack Andraka, enquanto contava a sua história numa conferência sobre inovação TED, celebrada esta semana em Long Beach, no sul da Califórnia.
 
Há muito mais a fazer do que publicar fotos de nós mesmos com cara de pato“, comentou, durante a TED Talk, no prestigioso encontro sobre ciência e tecnologia.
 
Se um jovem de 15 anos que não sabia o que era o pâncreas descobriu uma forma de detectar um cancro no pâncreas, imaginem o que vocês podem fazer“, acrescentou.
 
Andraka, com 16 anos, contou como começou há três anos a navegar na internet à procura de informações sobre o cancro do pâncreas, depois de um amigo da família morrer vítima da doença. Andraka lembra-se de como ficou surpreendido ao saber que geralmente este tipo de cancro é detectado tarde demais e que o método utilizado para diagnosticá-lo tem 60 anos.
 
“É mais velho que o meu pai”, brincou.
 
“Sem desanimar e com o meu optimismo adolescente, consultei os dois melhores amigos de um adolescente: o Google e a Wikipédia“.
 
 Foi assim que descobriu que há milhares de proteínas que podem ser detectadas no sangue de pessoas com cancro no pâncreas e procurou uma que pudesse servir como indicador precoce da doença. “Por último, na tentativa 4.000, quando já estava a perder o juízo, encontrei a proteína”, recorda.
 
A descoberta aconteceu numa situação pouco provável: durante uma aula de biologia do ensino básico.
 
“Comecei a ler um artigo sobre os nano-tubos, que são estruturas tubulares com o diâmetro de um nanómetro, escondido debaixo da minha secretária, quando devia estar a prestar atenção à aula sobre anticorpos”, recorda.
 
De repente, percebi que podia combinar o que estava a ler com o que se supunha que devia estar a ouvir”, acrescentou. De acordo com este cientista adolescente, a receita para fazer sensores de papel que detectam a proteína – a mesotelina – no sangue é “quase tão simples como fazer biscoitos de chocolate”.
 
A técnica custa dois cêntimos, leva poucos minutos e aparentemente é 100% precisa, explicou o jovem na conferência.
 
Andraka contou ter enviado 200 pedidos para laboratórios científicos para poder dar continuidade ao seu trabalho. Todos recusaram, menos a Universidade Johns Hopkins, onde passou por um rigorosíssimo interrogatório antes de ser aceite.
 
Lá, conseguiu dar continuidade à sua pesquisa, que lhe valeu o grande prémio da feira internacional de ciência ISEF 2012 (Intel International Science and Engineering Fair), a maior competição internacional de ciência ao nível pré-universitário.
 
Andraka adianta que sua descoberta tem potencial para ser adaptada a outros tipos de cancro, bem como a doenças cardíacas e VIH/SIDA.

Jamie Oliver descobre fitas raras de Joy Division

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O chef e apresentador britânico Jamie Oliver encontrou fitas originais e raras das bandas Joy Division e New Order. A descoberta foi feita durante a remodelação do novo restaurante e foi, também, encontrado ouro, armas e outras joias, no valor de 1,3 milhões de euros.

A descoberta foi feita durante as obras de remodelação de um novo restaurante em Manchester, em Inglaterra.

O material recolhido foi entregue para o tesouro público.

O edifício de três andares foi construído em 1928 pelo arquiteto Edwin Lutyens, e, a partir de 1935, foi a sede do banco Midland.

Os Joy Division existiram entre 1976 e 1980 e, após o suicídio do vocalista Ian Curtis, os restantes membros da banda formaram os New Order.

Que descoberta!!!
Não conheço a segunda banda, mas vou pesquisar… Já a primeira, Joy Division, adoro! 🙂

Fonte:

TVNET

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Written by Nuno França

15 de Fevereiro de 2012 at 14:57

Ratos com dentes novos

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Um grupo de cientistas japoneses descobriu uma forma de fazer crescer dentes novos em ratos adultos. Isto como? Através da implantação de uma espécie de semente na mandíbula dos dentes.

O que, até agora era feito, era a criação de tecidos em laboratório, que depois eram transplantados para os animais que necessitassem.

Depois da perda dos dentes de leite e depois de nascidos os dentes adultos, um novo dente pode crescer pela terceira vez consecutiva no mesmo alveólo. Os pesquisadores repetiram a operação várias vezes com êxito.

Mais um passo interessante em frente na ciência. 😀

Podem ler o resto da notícia clicando aqui.

Written by Nuno França

3 de Agosto de 2009 at 19:26