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Novo Mundo Digital – RTP1

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Bom dia a todos!

Para aqueles que me seguem em Portugal, estou de regresso com alguns artigos de opinião, coisa que deixei de fazer há alguns anos aqui no blogue por falta de tempo.

Assim, vou tentar retomar.

Hoje falo-vos de um novo programa que a RTP tem, em particular a RTP1. Chama-se Novo Mundo Digital e, como o próprio nome sugere, fala do novo mundo que se tem digitalmente (nomeadamente, com a Internet). Em cada episódio entrevistam autores que se destacaram em diversas áreas através do digital, do mundo online.

Assim, de há umas semanas para cá tenho assistido ao programa e, por diversas vezes, fui surpreendido e, em todas elas, inspirado pelas respectivas histórias.

  • Rui Unas: humorista muito conhecido em Portugal (que há uns anos atrás não gostava tanto devido ao tipo de piadas que tinha), mas que criou o famoso Maluco Beleza – uma espécie de podcast mas em vídeo, que conta já com mais de 100 Milhões de visualizações no YouTube. No seu programa ele entrevista diversas personalidades que se destacaram em Portugal e não só.

 

Entre muitas outras histórias, que podem ver na página do programa (aqui).

 

São necessários programas de qualidade nas televisões portuguesas, nomeadamente na RTP (que todos nós pagamos). Como tal, este, que vem sempre acompanhado por dois episódios seguidos, passa às Terças-feiras. Acho que conseguiram passar para a casa dos tele-espectadores que é possível vingar no mundo online através dos exemplos que passaram até agora.

Já conhecem?

Aconselho-vos a ver!

 

 

Artigos 11 e 13 aprovados

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Os artigos polémicos foram aprovados…

Passaram a ser os Artigos 15 e 17.

Artigo 13º pode matar a Internet

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Para Robert Kyncl, director de negócios do YouTube, o Artigo 13 (e outras parte da proposta) “potencialmente enfraquece a economia criativa, desencorajando ou até mesmo proibindo plataformas de hospedar conteúdo gerado pelos utilizadores”.

 

Fonte:

Sapo Shifter

Portugal: É legal copiar músicas e filmes na net

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É um despacho que promete dar que falar durante muito tempo: o Ministério Público considera que é lícito descarregar cópias de filmes e música em redes de Partilha de Ficheiros (P2P) em Portugal.

Finalmente… acordaram para a vida!

Não fazia sentido nenhum as operadoras de Internet darem aos clientes tráfegos ilimitados, para depois ser proibida a partilha ficheiros! Certamente, não seria necessário ter tráfego ilimitado para estar apenas a navegar em páginas de Internet…

No início de 2011, a Associação do Comércio Audiovisual de Obras Culturais e de Entretenimento de Portugal (ACAPOR) surgiu nos títulos dos jornais por apresentar queixa na Procuradoria Geral da República de dois mil internautas portugueses que usavam sites de P2P para partilhar cópias de filmes alegadamente ilegais.

Passado pouco mais de um ano, o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP), que tem por objectivo analisar as queixas apresentadas na PGR , deu a conhecer um despacho demolidor para as pretensões da ACAPOR.

Além dos reparos aos procedimentos seguidos pela ACAPOR, o despacho do DIAP considera que os 2000 acusados pela ACAPOR não tinham cometido nenhum ilícito. Eis um excerto que acaba de chegar à nossa redacção: «Acresce que, do ponto de vista legal, ainda que colocando-se neste tipo de redes a questão do utilizador agir simultaneamente no ambiente digital em sede de upload e download dos ficheiros a partilhar, entedemos como lícita a realização pelos participantes na rede P2P para uso privado –  artº 75º nº 2ª) e 81º b) do CDADC, – ainda que se possa entender que efectuada a cópia o utilizador não cessa a sua participação na partilha».

(…)

No mesmo despacho, os responsáveis do DIAP e do Ministério Público confessam ser impossível investigar a distribuição e o download de cópias ilegais na Internet através do número de IP. Segundo os investigadores, a acusação de alguém com base no número de IP é «errónea», uma vez que o titular do número do Protocolo usado no acesso à Net «não é necessariamente o utilizador naquele momento concreto, não é necessariamente o que disponibiliza a obra, mas o que vê serviço registado em seu nome, independentemente de o usar ou de apenas figurar formalmente como seu titular».

O Ministério Público refere, com base na análise que faz dos artigos do CDADC, que só em situações em que o autor (e depreende-se que mais ninguém, apesar de o CDADC referir igualmente artistas, e produtores) expressamente o proíbe se pode considerar crime a partilha pública de uma obra.

O despacho deixa ainda implícita uma crítica à forma como a ACAPOR lidou com o processo, sublinhando que a associação que representa os clubes e lojas de vídeos não apresentou qualquer documento a comprovar que os autores dos filmes proibiram a «disponibilização pública».

Fonte:

Exame Informática
BLITZ