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Aterrar nos Açores

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Este post prova que nos Açores não é fácil ser-se piloto de aviação comercial.

As nossas ilhas estão no meio do Atlântico, muitas das vezes com ventos cruzados com rajadas fortíssimas.

O 1º de Dezembro foi pródigo no que diz respeito às aterragens em LPFL, e o Spotting a Ocidente esteve lá para as registar.

   Com ventos de rajada  na ordem dos 30 nós, cerca de 55 km/h, os pilotos da SATA provaram de que fibra são feitos.

  As duas aterragens do Q200 e uma do Q400, demonstram bem o quão difícil é voar nestas ilhas de bruma.

Fonte:

Spotting a Ocidente

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Aterragem nada fácil

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Ventos, chuva e trovoadas intensos não facilitaram a vida deste piloto que teve de aterrar um 737 em Palma de Maiorca. O vídeo em alta resolução foi partilhado no canal do YouTube 737Aviation e conta com mais de 600 mil visualizações. Segundo a descrição, o piloto enfrentou ventos de 65 km/h, falta de visibilidade geral e da pista e ainda chuvas intensas, pelo que a execução da manobra tem valido elogios nos comentários do YouTube. 

As trovoadas são um dos grandes inimigos dos pilotos de aviões, embora os mecanismos a bordo sejam auxiliares preciosos que ajudam a evitar acidentes

Boeing 737-800 landing in heavy rain in LEPA/PMI on runway 24L.RVR approaching 600m with gusts to 35 knots.

Fonte:

Exame Informática

Written by Nuno França - Photography

16 de Novembro de 2018 at 19:10

Passing Cloud: projecto de transporte sustentável

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A notícia é do ano passado, mas achei um projecto super-interessante, como tal, decidi partilhar! 🙂

O projecto do zeppelin-meets-balão Passing Cloud, criado pelo arquitecto português Tiago Barros, venceu o prémio Condé Nast Traveller Innovation & Design, na categoria de Aviação

Desenvolvido em Junho de 2011, o projecto está a ser altamente elogiado pela comunidade internacional, pelo seu arrojo e sustentabilidade. O Passing Cloud baseia-se numa série de balões pesados e unidos em forma de nuvem. Os balões estão envoltos numa estrutura de aço inoxidável coberta por uma tela elástica de nylon, uma tela forte e flexível que se move com o vento ao mesmo tempo que protege os passageiros de serem empurrados para o infinito.

Uma das características mais inovadoras – e extravagantes – do Passing Cloud é a incapacidade para prever a duração da viagem. Este é um modo de transporte focado na viagem – e na experiência de flutuar no céu, como uma nuvem. Os passageiros sobem para a estrutura a partir de uma escada, e ficam à superfície durante toda a viagem. Não há destino, não há horários nem velocidades máximas e mínimas. É o vento quem comanda a viagem.

O Passing Cloud não emite CO2, não produz resíduos e utiliza apenas uma energia mínima. É, em si, quase uma parte da natureza.

Rapaz de 9 anos viaja sozinho até Las Vegas

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As autoridades norte-americanas estão a tentar perceber como é que um rapaz de nove anos conseguiu embarcar sozinho e sem bilhete num voo com destino a Las Vegas!

A criança passou pela segurança, como todos os outros passageiros, confirmou já a Administração de Segurança dos Transportes. Só não se conseguiu ainda perceber como é que isso foi possível.

Segundo Patrick Hogan, porta-voz do aeroporto de Minneapolis-St. Paul, onde o rapaz embarcou, na semana passada, no voo 1651 da Delta, a tripulação começou a ter suspeitas durante o voo de Minneapolis para Las Vegas, tendo então entrado em contacto com as autoridades.

Depois da aterragem, a criança foi entregue aos cuidados dos Serviços de Protecção de Menores.

 

Written by Nuno França - Photography

7 de Outubro de 2013 at 16:30

Afinal, o que são chemtrails?

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Já toda a gente olhou para os rastos deixados pelos aviões. E a maior parte fica satisfeita com a explicação científica: aquelas linhas são simples condensação (por causa das baixas temperaturas a altas altitudes, o vapor produzido pelas turbinas transforma-se em partículas de gelo). Mas cresce o número de pessoas que acreditam encontrar-se ali, à vista de todos, a prova de que os governos estão a largar químicos para nos deixar mais dóceis.


Ou de que as farmacêuticas espalham toxinas para nos manter doentes e obrigar-nos a comprar medicamentos.

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Ou de que os militares americanos andam a controlar o clima. Ou, ou. A imaginação é o limite.

O fenómeno dos chemtrails (que significa rastos químicos) está na moda.

Em Portugal, a preocupação traduz-se num grupo de Facebook com mais de 5 mil membros e numa petição para que os deputados discutam o assunto e o Governo tome “medidas” que leva já 1 196 assinaturas (se chegar às 4 mil, o tema terá mesmo de ser debatido no Parlamento). “Quero que a Assembleia da República investigue este caso”, justifica Lino Almeida, 52 anos, autor da petição. “Sempre vi aviões a deixarem marcas no céu, que desapareciam rapidamente. Mas estas são diferentes: formam uma malha e os traços não se evaporam. Fiz pesquisas na net e percebi que há ali qualquer coisa de anormal.”

Aquele empresário e consultor, que tem por passatempo fotografar os rastos, garante que alguns aviões responsáveis por “pulverizar” a atmosfera são diferentes dos Boeing e Airbus, e possuem uma envergadura “ligeiramente maior”. Mas, acrescenta, é provável que os aparelhos comerciais também sejam apetrechados com produtos químicos. Quanto às causas, e apesar de admitir que há muita especulação, Lino Almeida aposta as suas fichas nas empresas de organismos geneticamente modificados.

“A Monsanto [a maior do mundo, nesta área] pode estar a destruir sementes para as pessoas terem de comprar as suas.” Outras hipóteses, diz, passam pela manipulação do clima e experiências militares para controlar as telecomunicações. O suposto aumento de doenças respiratórias também o deixa de pé atrás em relação às farmacêuticas. Certezas, não há. “As pessoas que conhecem a verdade são pressionadas e manietadas para ocultar tudo. E os media não falam sobre o assunto”, queixa-se.

“Não falam, porque não há nada para falar”, responde João Monteiro, 28 anos, biólogo e fundador do Comcept.org, um site de divulgação científica e que desmonta pseudociências. “Esta é uma teoria da conspiração que surgiu no final dos anos 1990, assente num relatório [da Força Aérea americana, com ideias fictícias para resolver cenários futuros]. A convicção baseia-se na iliteracia científica, e propaga-se pela imaginação e pelo medo.” Lino Almeida não se deixa abater. “Acusam-nos de ver muitos filmes. Mas o que ontem era ficção hoje é realidade.” Uma máxima que vale para a antiga teoria da Terra plana e que falha quando o tema é raptos por extraterrestres.

Written by Nuno França - Photography

3 de Fevereiro de 2013 at 14:35

Aviação sustentável, segundo a Airbus

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A Airbus apresentou a sua visão daquilo que poderá ser a aviação em 2050, tornando assim, mais sustentável, esta indústria que é das mais poluentes do mundo.

Clique na imagem para ver em tamanho grande.

Assim, para a descolagem, estão a estudar a possibilidade de arranjar um sistema de descolagem parecido com uma catapulta e que é já utilizado nos porta-aviões (imagem abaixo).

Este sistema seria automático e ajudaria o avião a descolar em pistas mais pequenas. Por outro lado, o avião poderá assim atingir, mais rapidamente, uma altitude de cruzeiro, mais eficiente.

Outra das ideias abordadas pela Airbus tem como pano de fundo uma espécie de auto-estrada aérea, que utiliza um sistema de navegação automático e altamente sofisticado para encostar os aviões uns aos outros – até 20 envergaduras de asa.

Hoje, os aviões estão separados por 7,5 kms mas, segundo a Airbus, é tecnicamente possível reduzir em muito esta distância. Assim, os aviões – numa formação em V – poderão aumentar a eficiência dos combustíveis. (imagem acima)

No que toca à aterragem, pretendem também que o avião faça a descida/aproximação a planar, reduzindo também os custos em termos de combustível. Contudo, terá de haver reforço nas medidas de segurança.

Finalmente, a Airbus acredita que o sistema de gestão do tráfego aéreo poderá ser optimizado, aproveitando as características dos aviões actuais e as mudanças na infra-estrutura. O resultado seria a redução do congestionamento aéreo e rotas mais directas, o que possibilitaria diminuir o tempo dos voos.

Segundo a empresa, os voos na Europa e Estados Unidos poderia ser cerca de 13 minutos mais curtos. Como todos os anos são feitos cerca de 30 milhões de voos, estas medidas seriam suficientes para poupar nove milhões de toneladas de combustível, cinco milhões de horsa de voo e 28 milhões de toneladas de emissões de CO2.

 

 

Fonte:

Greensavers

Agulhas em sanduíches…

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Aconteceu em 4 voos da Delta Air Lines, de Amesterdão para os EUA.

Um passageiro ficou ligeiramente ferido.

Written by Nuno França - Photography

17 de Julho de 2012 at 16:56