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Archive for the ‘Literatura’ Category

Times are Changing

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Zomato, after its amazing  ‘There are Two kinds of People’ Campaign is back again with something yet more stupendous and amazing. This time they have come up with another campaign called ‘Times are Changing’.

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Source:

indipepper

Bíró László József

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Bíró László József was the inventor of the modern ballpoint pen.

Bíró was born in Budapest, Hungary in 1899 into a Jewish family. He presented the first production of the ballpoint pen at the Budapest International Fair in 1931. While working as a journalist in Hungary, he noticed that the ink used in newspaper printing dried quickly, leaving the paper dry and smudge-free. He tried using the same ink in a fountain pen but found that it would not flow into the tip, as it was too viscous. Working with his brother György, a chemist, he developed a new tip consisting of a ball that was free to turn in a socket, and as it turned it would pick up ink from a cartridge and then roll to deposit it on the paper. Bíró patented the invention in Paris in 1938.

Birome’s advertising in Argentine magazine Leoplán, 1945

 

An authentic Birome made in Argentina by Bíró & Meyne.

Gold

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Via StumbleUpon!.

 

Written by Nuno França

6 de Junho de 2014 at 14:35

Eu ainda acredito no amor (para onde foi?)

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Uma crónica interessante que partilho convosco alguns excertos.

 

Eu acredito no amor. Considero-me uma dessas cabeças no ar, que ainda acreditam que haja amores que durem a vida toda. Eu acredito que o primeiro amor possa ser um amor para a vida.

 

Não é de hoje, nem é novo, que ouvimos sempre os mais adultos dizerem aos que, como eu, ainda sonham com o amor eterno, coisas como “isso não paga as contas”. A verdade é essa: o amor não põe comida na mesa, não erradica a fome no mundo, não é a cura de todos os males. Mas então, o que é, afinal?

O amor pode não encher a barriga, mas aquece-a. Pode não pagar as contas, mas ajuda a ter força para levantar, pela manhã, e ir trabalhar para as pagar.

(…)

 

Eu acredito em “um amor e uma cabana”. Ainda vivo na ilusão de que há primeiros amores que duram para sempre. Pessoas que se aturam e se suportam e se apoiam por uma vida inteira. Ainda acredito que haja quem queira lutar por esta utopia.

Mas, de novo, me dizem que eu “sou muito novinha” e que “um dia mais tarde vais pensar de forma diferente”… “Quando tiveres a nossa idade”… Não é triste? Que, com a idade, deixemos de acreditar no amor? Não é triste, viver sabendo que precisamos de mais do que aquele abraço, aquele beijo na testa? Não é triste que prefiramos ganhar o euromilhões a encontrar o amor da nossa vida?

 

(…)

 

Eu continuo a acreditar na força do amor. Se calhar, estou iludida, pois vivo ainda o meu primeiro amor e espero que ele seja para a vida. Posto isto, sei que vou ouvir muitas mais vezes que “um dia irás mudar de perspectiva… quando cresceres”. E, se assim for, lamentar-me-ei por ter perdido a esperança no amor.

 

Por enquanto, de estômago vazio mas de coração cheio, eu assumo que acredito na força do amor, dos primeiros amores, de viver com o coração nas mãos. Não deixemos que isso se perca, no futuro.

 

Para lerem tudo, cliquem aqui.

 

E aqui, o blogue da jovem que escreveu o texto.

Written by Nuno França

5 de Junho de 2014 at 11:20

“Chegar aos 30”

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Não faço anos hoje, nem amanhã nem sequer para o mês que vem. Ainda assim, há aniversários a toda a hora à minha volta e, como diz o povo, ninguém está a ficar mais novo. Eles, como eu, estão a aproximar-se perigosamente dos trinta anos – aquela idade que, em miúdo, achava eu que já se estava acabado para a vida. Que já se começavam a fazer os planos para a reforma. Que ter trinta anos era a fronteira da estabilidade: a partir daqui, cuida-se dos filhos, entra-se às nove e sai-se às seis e os dias pouco passam disto. Naturalmente, estava redondamente enganado.

É certo que os tempos mudaram demasiado desde o início dos anos noventa para cá, mas hoje, chegar aos trinta parece-me o maior desafio das nossas vidas. É a era do tudo ou nada. Em que olhamos para trás e as conquistas nos parecem sempre poucas. Apontamos, por isso, os binóculos para a frente e observamos as miragens das ambições de sempre. Se não for nesta década, dizemos ingénuos a nós mesmos, podemos esquecer. Aos quarenta já se é velho para ter sucesso, julgamos.

 

Chegar aos trinta é um inchar peito à espera que as balas não nos acertem. É tomar fôlego apesar de não haver muito oxigénio ao dispor de quem tenta inspirar. É achar que os anseios e desejos hão-de tocar à campainha sem ter de esperar muito para que lhes abramos a porta.

 

Chegar aos trinta é temer o falhanço e, ainda assim, fazer uma lista do que ainda se espera. Como se fosse a derradeira década. Quero filhos, quero emprego, quero dinheiro, quero sucesso, quero ser amado, quero ir às ilhas Virgens, quero descobrir a fórmula da Coca-Cola, quero compor um “hit” mundial, quero escrever coisa mais bela que o Cântico dos Cânticos, quero marcar golos melhores que o Ronas, quero ter a minha cara por toda a Nova Iorque. Quero, quero, quero. Menos que isto é zero.

 

Chegar aos trinta também é assistir às primeiras cedências anatómicas. É ver os cabelos agarrar na trouxa e partir para longe. Os que ficam decidem fazer um “extreme makeover” e, aos poucos, empalidecer. Aqui e acolá, mais um branco para a colecção. É também perceber que a gravidade é a força mais poderosa do universo e que a flacidez também pode ter o seu quê de belo. Chegar aos 30 é um relembrar de que a idade é o temporizador da não existência: quanto mais avança, menos falta para se ir desta para melhor.

 

Chegar aos 30 é ver alguns amigos já casados, de recém-nascidos nos braços, mostrando ao mundo que os projectos de vida são reais e, embora nunca sejam lá muito planeáveis, são verdadeiramente realizáveis. É ver que à nossa volta, o que sobra são os solteiros exigentes e os pavores do compromisso. É apreciar as evoluções e conquistas dos nossos mais íntimos com sincero orgulho e secretíssima inveja.

 

Chegar aos 30 é saber que já muito se fez e que muito há ainda por fazer. É praticamente o meio-termo entre a loucura da juventude e a circunspecção da vida adulta. Acima de tudo, chegar aos trinta é não querer ter os trinta de mais ninguém.

Retirado daqui.

Written by Nuno França

26 de Março de 2014 at 14:05

Citação do dia

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Launch and learn. Everything is progress.

Written by Nuno França

15 de Janeiro de 2014 at 16:16

Citação do dia

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The world is moving so fast that the man who says it can’t be done is generally interrupted by someone doing it.

Elbert Hubbard

Elbert Hubbard

Written by Nuno França

10 de Dezembro de 2013 at 11:59

ÚLTIMA HORA: Aranhas gigantes em Lisboa!!!

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O que Distingue um Amigo Verdadeiro

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Não se pode ter muitos amigos. Mesmo que se queira, mesmo que se conheçam pessoas de quem apetece ser amiga, não se pode ter muitos amigos. Ou melhor: nunca se pode ser bom amigo de muitas pessoas. Ou melhor: amigo. A preocupação da alma e a ocupação do espaço, o tempo que se pode passar e a atenção que se pode dar — todas estas coisas são finitas e têm de ser partilhadas. Não chegam para mais de um, dois, três, quatro, cinco amigos. É preciso saber partilhar o que temos com eles e não se pode dividir uma coisa já de si pequena (nós) por muitas pessoas.

Os amigos, como acontece com os amantes, também têm de ser escolhidos. Pode custar-nos não ter tempo nem vida para se ser amigo de alguém de quem se gosta, mas esse é um dos custos da amizade. O que é bom sai caro. A tendência automática é para ter um máximo de amigos ou mesmo ser amigo de toda a gente. Trata-se de uma espécie de promiscuidade, para não dizer a pior. Não se pode ser amigo de todas as pessoas de que se gosta. Às vezes, para se ser amigo de alguém, chega a ser preciso ser-se inimigo de quem se gosta.

Em Portugal, a amizade leva-se a sério e pratica-se bem. É uma coisa à qual se dedica tempo, nervosismo, exaltação. A amizade é vista, e é verdade, como o único sentimento indispensável. No entanto, existe uma mentalidade Speedy González, toda «Hey gringo, my friend», que vê em cada ser humano um «amigo». Todos conhecemos o género — é o «gajo porreiro», que se «dá bem com toda a gente». E o «amigalhaço». E tem, naturalmente, dezenas de amigos e de amigas, centenas de amiguinhos, camaradas, compinchas, cúmplices, correligionários, colegas e outras coisas começadas por c.
Os amigalhaços são mais detestáveis que os piores inimigos. Os nossos inimigos, ao menos, não nos traem. Odeiam-nos lealmente. Mas um amigalhaço, que é amigo de muitos pares de inimigos e passa o tempo a tentar conciliar posições e personalidades irreconciliáveis, é sempre um traidor. Para mais, pífio e arrependido. Para se ser um bom amigo, têm de herdar-se, de coração inteiro, os amigos e os inimigos da outra pessoa. E fácil estar sempre do lado de quem se julga ter razão. O que distingue um amigo verdadeiro é ser capaz de estar ao nosso lado quando nós não temos razão. O amigalhaço, em contrapartida, é o modelo mais mole e vira-casacas da moderação. Diz: «Eu sou muito amigo dele, mas tenho de reconhecer que ele é um sacana.» Como se pode ser amigo de um sacana? Os amigos são, por definição, as melhores pessoas do mundo, as mais interessantes e as mais geniais. Os amigos não podem ser maus. A lealdade é a qualidade mais importante de uma amizade. E claro que é difícil ser inteiramente leal, mas tem de se ser.

Texto: Miguel Esteves Cardoso, in ‘Os Meus Problemas’

Foto: João Carvalho

Must see: rare photos!

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Miss America 1924

 

Proving to the public that London’s double-decker buses are not a tipping hazard in 1933

An x-ray of Hitler’s skull

 

Vikki “The Back” Dougan, 1957. She was the inspiration for the cartoon femme fatale, Jessica Rabbit

 

For the 50th anniversary of the Golden Gate Bridge in 1985, 300,000 people crossed it on foot. The weight caused the bridge to sag by five feet

 

The blood-stained gloves that Lincoln was wearing when he was assassinated at Ford’s Theater

 

Helen Keller meets Charlie Chaplin.

 

The first aerial photograph of Lower Manhattan taken in 1924.

 

A Plexiglas “ghost” car in 1940

 

Amy Johnson was one of the first women to gain a pilot’s license and won fame when she flew solo from Britain to Australia in 1930. Later she flew solo to India and Japan and became the first woman to fly across the Atlantic East to West. Johnson volunteered to fly for The Women’s Auxiliary Air Force in World War II, but her plane was shot down over the River Thames and she was killed

 

Victorian sideshow performers

 

Jessie Tarbox, a photojournalist in the 1900’s

 

Source