Paranóias

You will find everything here!

Resultados de Pesquisa

Bohemian Rhapsody (review)

with 2 comments

Bom dia a todos!

Já vi alguns filmes sobre estrelas musicais:

Édith Piaf – La Vie En Rose

Ian Curtis – Control

Acho que não me estou a esquecer de mais nenhum. Gostei de todos os que vi até agora!

Esta semana decidimos ir ver ao cinema o filme que retrata a vida de Freddie Mercury, vocalista da banda Queen!

 

uk_static_613x299_bohemianrhapsody_ss_premier_en-daff436aee

bohemian2-0

Rami Malek

E perguntam vocês, por que razão fui ver este filme? (há meses que não ia ao cinema)

Fui ver por duas razões:

  • Protagonista (Rami Malek – actor que é o protagonista numa série muito conhecida, Mr. Robot – sobre a qual vou escrever!)
  • Freddie Mercury (Queen) – porque gosto da banda e gosto muito de ver um pouco mais da vida dos artistas, embora nem sempre seja tudo real.

Assim, quando soube quem ia ser o protagonista do filme, sabia que ia sair um bom trabalho!

Não me arrependi. Rami Malek encarnou no papel de tal maneira que deu um gozo enorme ver! É um grande actor!

Deu para conhecer um pouco mais sobre Freddie Mercury e sobre a banda. A forma como apareceram

Gostei muito da fotografia do filme!

Algumas partes do filme com cores quentes (tons sepia), dão um toque antigo ao filme, retratando um pouco aquela época.

O único detalhe relacionado com a fotografia que não gostei, foi na parte final, do Live Aid, em que me incomodaram (como em qualquer filme/série) as imagens feitas em computador (os planos mais globais do público no estádio). Sei que é difícil fazer algo assim, mas é algo que me faz confusão e que considero negativo, mas mínimo, num filme tão bom.

(neste plano abaixo notam-se as luzes de estúdio no actor. Depois com o movimento notam-se os bonecos a computador no público)

bohemian-rhapsody-live-aid

O guarda-roupa também gostei bastante.

Sobre a escolha das personagens, comentei com a minha cara-metade que, dos elementos da banda, por acaso, o Freddie Mercury é o que está menos parecido com o cantor. Foram escolhas de enorme qualidade, qualquer um dos 4 protagonistas representaram muito bem.

Este slideshow necessita de JavaScript.

 

A história, culminou com o tão conhecido concerto Live Aid, em 1985, com o ressurgimento da banda em grandes palcos.

Fiquem aqui com o trailer do filme!

Recomendo-vos o filme! Um filme de enorme qualidade! 😀

 

 

Fontes:

IMDB – Bohemian Rhapsody

IMDB – Rami Malek

IMDB – Mr. Robot

 

Anúncios

#Redmonkey

leave a comment »

A série seguinte faz lembrar uma série muito boa: Mr. Robot

Durante uma semana, milhares de internautas navegaram pelo Twitter em busca de provas sobre este mistério digital e sobre quem seriam realmente os #redmonkey.
nela-garcia-twitter_01

Foto de Nela García (@nelagarnela) via Twitter

Tudo começou a 16 de Agosto quando Nela, uma jovem internauta espanhola, encontrou um telemóvel perdido nas ruas de Madrid e tentou encontrar a dona do mesmo. Até aqui a história poderia parecer normalíssima, mas às 9h58 (hora espanhola) do dia 20 de Agosto, a jovem chega a uma terrível conclusão: a suposta dona deste smartphone morreu há 8 anos atrás.

Este foi o princípio de uma aventura de cinco dias que envolveu de tudo desde códigos secretos e criptografia, a múltiplos raptos, voyeurismos, edifícios abandonados e uma organização de hackersque parecia saída de um episódio de Mr. Robot (o que dado o resultado desta história não seria disparatado).

nela-garcia-twitter_02

Nela García

Cinco dias postos, chegamos a 25 de Agosto e ao desafio final de Nela, aquele que a levaria a conhecer cara-a-cara os Red Monkey, uma organização de hackers com um só objectivo: limpar as redes sociais do mundo, e mostrar quão dependentes dos nossos dados estão as grandes corporações.

Às 21h13 desse mesmo dia 25 é publicado o tweet que marca o arranque do último capítulo desta história: “Nela es nuestra. Por fin volveremos al origen. Vamos a ser libres. #RedMonkey”… E fez-se o silêncio digital.

Todo este drama foi em si mesmo uma história, sem outros objectivos como a promoção de uma série ou filme, como muitos viriam a sugerir. Um conto narrado ao vivo no Twitter e vivido, ao segundo, por milhares nesse mundo que é a Internet.

Os autores desta verdadeira odisseia no Twitter foram Manuel Bartual, um cartoonista de Valência com 39 anos, e Modesto Garcia. O primeiro tinha já efectuado uma façanha semelhante no Twitter em 2017, contando a história de um homem, igual a si mesmo, que o seguia durante as suas férias e que mais tarde se tornou num livro. O segundo esteve envolvido na resolução de um assassinato, também através do Twitter.

RE-INVENTAR NARRATIVAS DIGITAIS

Segundo os mesmos, esta história levou dois meses a ser construída no Twitter e, para que tudo fosse perfeito, recorreram a tudo desde a criação em photoshop de Nela García, à aquisição de uma conta de Twitter fidedigna, criada em 2012, até à manipulação de vídeos para que a personagem de Nela e o seu ambiente ganhassem outra vida. Podem ver todo o making ofaqui.

Contas feitas, o conto de Nela García e dos Red Monkey foi um sucesso viral com 300 milhões de impressões, compostos por tweets, retweets, memes, notícias na imprensa e muito mais. Esta foi uma história que nos levou até a ver como há espaço para re-inventar narrativas digitais, que novos formatos podem ser utilizados e que qualquer história, desde que bem contada, pode cativar multidões.

Mas acima de tudo, esta foi uma história sobre como nós nos relacionamos com a Internet e de como nem tudo o que por aqui se publica é realidade.

Muitas foram as pessoas que se envolveram nesta trama, com algumas até a saírem à rua em busca de pistas, a telefonar para números desconhecidos ou a tentar descodificar os códigos que Nela ia publicando no seu feed. O buzz ultrapassou o estatuto de virtual e levou a que a comunidade de internautas duvidasse de si mesma, criando a dúvida sobre a ameaça do apagão digital.

Talvez devamos rever esta história de vez em quando para nos re-lembrarmos de que a Internet é um novo universo e que, tal como na história de Ready Player One, este mundo é um “oasis”, onde todos podemos ser quem quisermos e esconder a nossa identidade por detrás de uma máscara digital.

 

Fonte:

Sapo Shifter

Twitter

Making Of

 

SONIC: 21 anos!

with 2 comments

Lembram-se?! Claro que sim! Horas e horas a fio se passaram em frente às consolas a jogar isto!

(artigo retirado daqui)

No início de 1991, o mundo era um sítio diferente. A União Soviética ainda existia, era possível transportar líquidos na bagagem de mão durante voos comerciais e a seleção portuguesa de futebol era uma equipa menor que chorava o não apuramento (mais um) para o Mundial de Itália no ano anterior e preparava a passos largos o não apuramento para o Europeu da Suécia no ano seguinte. MC Hammer e Vanilla Ice não eram ridículos, os Nirvana eram conhecidos só por entendidos e a década de noventa dava os primeiros passos. No mundo dos jogos, a Sega era o único nome capaz de fazer sombra à omnipotenteNintendo no mercado das consolas e tinha como mascote… Alex Kidd.

O estatuto do diminuto herói cabeçudo e com murro de gente grande nunca foi oficial nem era unânime entre os fãs e, apesar do seu longo serviço e da conquista repetida de Miracle World, a Sega pretendia uma mascote com maior carisma, que fosse capaz de rivalizar com o canalizador da Nintendo e protagonizasse uma série igualmente bem-sucedida.

Das várias propostas apresentadas, algumas acabaram por ser aproveitadas como personagens de jogos posteriores e outras foram diretamente para o lixo. Mas houve uma que chamou a atenção. O designer Naoto Oshima submeteu à aprovação dos decisores um ouriço-cacheiro de olhos grandes e cor verde-azulada a que chamou “Mr. Needlemouse” (qualquer coisa como “Sr. Rato Espinhoso”). A escolha estava feita e restava apenas limar arestas. A cor foi mudada para o azul do logótipo da empresa e os pés revestidos com vistosos sapatos vermelhos e brancos inspirados pelo visual de Michael Jackson.

Criado o protagonista, restava dar-lhe um jogo à altura e a tarefa foi confiada ao programador Yuji Naka. O resultado chegou às lojas no dia 23 de Junho de 1991. Sonic the Hedgehog foi um êxito imediato na Mega Drive. Correndo a velocidade supersónica por seis zonas divididas em três atos cada uma, Sonic tinha como objetivo reunir as seis “Esmeraldas do Caos” que o pérfido Dr. Robotnik pretendia usar para fins maléficos. Era um jogo de plataformas diferente. Em vez do movimento cauteloso e saltos muito estudados habituais no género, pretendia-se que o ouriço azul passasse a maior parte do tempo em corrida, cilindrando inimigos com o seu ataque rotativo e recolhendo anéis e bónus espalhados por cada nível. Entre os momentos mais notáveis, os inesquecíveis loops que acabaram por se tornar imagem de marca da série.

Uma versão limitada seria lançada para os 8 bits da Game Gear e do Master System alguns meses depois e a primeira sequela viria no final de 1992 com Sonic the Hedgehog 2, que apresentou ao mundo o primeiro companheiro de aventuras, Tails, uma raposa capaz de usar as suas duas caudas para voar como um helicóptero. No ano seguinte, o aumento de popularidade trouxe a obrigatória passagem à televisão, mas com a particularidade de duas séries de desenhos animados diferentes sobre a personagem terem estreado no mesmo mês: Sonic the Hedgehog e Adventures of Sonic the Hedgehog.

O resto foi uma corrida vertiginosa pela história dos videojogos (e não só desde que um grupo de cientistas chamou Sonic Hedgehog a uma proteína recém-descoberta), marcando presença em todos os sistemas daSega e, quando a marca se retirou fabrico de consolas, passando para outros sistemas, incluindo os daNintendo, cuja rivalidade com a Sega foi grandemente responsável pela criação da personagem. A reconciliação completou-se em 2007 com o lançamento de Mario & Sonic at the Olympic Games para a Wii.

O ouriço-cacheiro mais rápido do mundo fez vinte e um anos. Apesar de já ter idade para conduzir, continua a preferir correr. Resta-nos desejar-lhe boas corridas e que continue a bater recordes de velocidade entre insetívoros.

Written by Nuno França - Photography

22 de Junho de 2012 at 23:37