Posts Tagged ‘são miguel’
Sismo nos Açores
Hoje acordei sem o despertador habitual…
Cama abanar bem, janelas… Tudo isto, durante uns 6-7 segundos…
É esperar para ver qual foi a escala.
Há bastantes anos que não sentia um…
Actualização:
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera informa que no dia 30-04-2013 pelas 06:25 (hora local) foi registado nas estações da Rede Sísmica do Arquipélago dos Açores, um sismo de magnitude 5.7 (Richter) e cujo epicentro se localizou a cerca de 30 km a Norte-Noroeste dos Ilhéus das Formigas (S. Miguel).
Este sismo, de acordo com a informação disponível até ao momento, não causou danos pessoais ou materiais e foi sentido com intensidade máxima V (escala de Mercalli modificada) concelho da Povoação, ilha de S. Miguel e intensidade III na ilha Terceira.
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Se a situação o justificar serão emitidos novos comunicados.
Sugere-se o acompanhamento da evolução da situação através da página do IPMA na Internet (www.ipma.pt) e a obtenção de eventuais recomendações junto do Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores (www.prociv.azores.gov.pt).
La Cage Dorée (2)
Aqui neste post falei no filme.
Vi a ante-estreia do mesmo. No dia 24 de Abril é a estreia é em França! Em Portugal, relembro, só em Agosto!
Podem ver o trailer aqui.
La Cage Dorée
Filme do luso-francês Ruben Alves, teve, esta noite, ante-estreia internacional no II Panazorean – Festival Internacional de Cinema das Migrações e Interculturalidade, que decorre desde Quinta-feira em Ponta Delgada, Açores.
Eu VI!!!!!
Noite especial, com o realizador (Ruben Alves) e Rita Blanco (actriz principal do filme)… e o “Ciclone dos Açores” (Pedro Pauleta)!!!
Orgulho enorme ter sido dos primeiros a ver o filme! Casa cheia, com MUITA gargalhada durante todo o filme… muitíssimo bom!
Recomendo este belo filme!
‘La Cage Dorée’ é “uma comédia que conta a história de José e Maria (Joaquim de Almeida e Rita Blanco), um casal de portugueses que emigrou muito jovem para França e 30 anos depois pretende regressar a Portugal.
A longa-metragem será estreada nos cinemas franceses a 24 de Abril e em Portugal a 15 de Agosto.
O II Panazorean tem inscritos 415 filmes provenientes de 60 países, de acordo com a organização.
O Panazorean terá este ano cerca de 11 mil euros para distribuir em prémios, decorrendo as exibições no Teatro Micaelense e 9500 Cine Clube, em Ponta Delgada.
Robert Kubica no Sata Rallye Açores 2013
Aqui, neste post, falei na possibilidade de dois grandes pilotos virem cá… Hoje tive a confirmação de um ex-piloto de Fórmula 1, o jovem Robert Kubica (nasceu em 1984).
Passou pela Williams e Lotus (F1). Em 2011, nos testes de pré-temporada da Fórmula 1, decidiu testar um Skoda, mas sofreu um gravíssimo acidente, e chegou mesmo a ponderar-se a amputação da mão direita:
Pois bem… isto tudo para dizer que este grande piloto vem cá, ao Sata Rallye Açores deste ano!!!
Derrocadas sobre casas no Faial da Terra (2)
A terceira casa foi afectada apenas parcialmente, tendo os seus habitantes conseguido escapar à derrocada por uma janela.
Actualização:
3 mortos
Truca-truca (Natália Correia)
Truca-Truca
Já que o coito – diz Morgado –
tem como fim cristalino,
preciso e imaculado
fazer menina ou menino;
e cada vez que o varão
sexual petisco manduca,
temos na procriação
prova de que houve truca-truca.
Sendo pai só de um rebento,
lógica é a conclusão
de que o viril instrumento
só usou – parca ração! -
uma vez. E se a função
faz o orgão – diz o ditado –
consumada essa excepção,
ficou capado o Morgado.
O poema Truca-truca, de Natália Correia, foi recitado nesta Sexta-feira pela actriz São José Lapa durante as comemorações do Dia Internacional da Mulher, após a sessão plenária da Assembleia da República.
A actriz foi convidada a ler alguns poemas de Natália Correia no âmbito dos 20 anos da morte da poetisa e deputada, que será homenageada com a exposição, no museu da Assembleia, de um busto seu.
O poema Truca-truca foi escrito em 1982, durante o primeiro debate parlamentar sobre a interrupção voluntária da gravidez. A sessão plenária já ia a meio quando João Morgado, deputado do CDS, afirmou que “o acto sexual é para fazer filhos”.
Natália Correia, que lutava pela despenalização do aborto, inspirada pelas declarações do deputado, escreveu o poema e pediu a palavra. O Truca-truca provocou gargalhadas em todas as bancadas parlamentares e a sessão teve de ser interrompida.
Natália Correia nasceu cá, em São Miguel!
Foi uma intelectual, poeta (a própria recusava ser classificada como poetisa por entender que a poesia era assexuada) e activista social açoriana, autora de extensa e variada obra publicada, com predominância para a poesia. Deputada à Assembleia da República (1980-1991), interveio politicamente ao nível da cultura e do património, na defesa dos direitos humanos e dos direitos das mulheres. Autora da letra do Hino dos Açores. Juntamente com José Saramago (Prémio Nobel de Literatura, 1998), Armindo Magalhães, Manuel da Fonseca e Urbano Tavares Rodrigues foi, em 1992, um dos fundadores da Frente Nacional para a Defesa da Cultura (FNDC).
A obra de Natália Correia estende-se por géneros variados, desde a poesia ao romance, teatro e ensaio. Colaborou com frequência em diversas publicações portuguesas e estrangeiras. Foi uma figura central das tertúlias que reuniam em Lisboa nomes centrais da cultura e da literatura portuguesas nas décadas de 1950 e 1960. Ficou conhecida pela sua personalidade livre de convenções sociais, vigorosa e polémica, que se reflecte na sua escrita. A sua obra está traduzida em várias línguas.
Podem saber mais aqui (Wikipedia).
Fonte:
Solberg ou Gronholm no Sata/Rali dos Açores?
Pode ser que tenhamos aqui dois grandes pilotos de ralis: Petter Solberg ou Marcus Gronholm
O SATA/Rali dos Açores, a prova portuguesa do Europeu de Ralis, poderá fazer regressar à actividade um antigo campeão mundial pois fala-se insistentemente na possibilidade do Eurosport querer fazer alinhar no evento português pilotos da craveira de Petter Solberg ou Marcus Gronholm que, naturalmente, dariam ainda mais retorno à etapa portuguesa do Europeu.
O entusiasmo que os promotores do campeonato nutrem pela organização do GD Comercial é também extensível a outro tipo de concorrentes pois a equipa liderada por Francisco Coelho foi já contactada por mais duma centena de pilotos a manifestarem o seu desejo de estarem à partida do rali.
Outra prova de que o Sata/Rali dos Açores é visto cada vez mais como um rali exemplar e que pode servir de paradigma para outras organizações foi o facto da prova açoriana ter sido fortemente elogiada ao longo de uma reunião em Zagreb, onde os responsáveis pelo EuroSport Events aproveitaram para reunir todos os organizadores do Europeu.
De resto, os elogios vieram na sequência das palavras que também Jean-Pierre Nicolas, principal responsável pelo campeonato, já tinha referido quando visitou pela última vez a Ilha de S. Miguel, onde toma parte a ação do rali, quando referiu que “o cenário de São Miguel é incrível e simplesmente espectacular. Sete Cidades é o local mais bonito que já encontrei nos ralis”.
Fonte:
Jazz: Rabo de Peixe em destaque!
Já ouvi esta orquestra ao vivo. Como já sei que estes jovens têm um talento enorme, ao ver este artigo no Público, decidi partilhar alguns excertos. Não deixem de ler o artigo na página.
E vejam o vídeo, também no site do Público!

Oi Jazz
Na noite de 24 de Novembro, o palco do Teatro Micaelense, em Ponta Delgada, pô-los à prova perante um público mais exigente do que o da vila onde vivem, a 20 minutos de carro, e é por isso que falavam com um misto de receio e de entusiasmo. “E se alguém se engana é que vai ser bonito. Nunca mais tem cara para tocar em lado nenhum”, diz um dos trompetes. Sempre que entram no Micaelense não são apenas os miúdos de Rabo de Peixe. Juntos formam a Orquestra Oi Jazz e sentem-se músicos, tenham dez ou 22 anos. Esperam uma noite para não esquecer, tal como não esquecem aquela conversa em que um dos professores da escola de música os convenceu a experimentar o saxofone ou lhes disse que uma namorada aos 15 anos raramente é para a vida toda.
“O público do Micaelense está habituado a ouvir música e se não estivermos à altura vai-se notar”, diz Luís Senra, 22 anos, um dos elementos mais velhos e mais experientes da orquestra. “Não é que não seja preciso tocar bem quando no Verão fazemos um ensaio aberto na rua em Rabo de Peixe, mas na cidade a responsabilidade é maior.” Sobretudo quando, apenas uma semana antes, passaram pelo teatro os músicos da última edição do Jazzores, um festival que se faz desde 1999 e que este ano teve no programa o New York Ensemble e um duelo de pianos com Raymond King e Charles Gayle. “Mas até lá vamos estar preparados. Temos de estar.”
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El sistema em acção
Passa das dez da noite e os mais novos — sentados nas cadeiras, alguns não chegam sequer com os pés ao chão — abrem a boca de sono. Mas ainda há energia para a bossa nova e Fabiana Couto, 17 anos, brilha na flauta transversal quando chega a Garota de Ipanema ou Samba de uma nota só. Tom Jobim também é um dos preferidos de César Cabral, outro com 17, o baterista que está na orquestra há seis anos a tocar de ouvido (como muitos deles, não sabe ainda ler música) e é fã de Michael Wimberly, percussionista norte-americano que já teve oportunidade de conhecer.
Foi Rodrigo Reis, o professor de flauta que é há três anos o presidente do conselho executivo da EBI Rui Galvão de Carvalho, escola a que chegou em 2000, quem aceitou o desafio de criar um espaço onde as crianças e jovens de Rabo de Peixe pudessem aprender música. É ele que diz que a vila mudou nos últimos 12 anos, mas que há ainda muito a fazer para que as coisas possam ser realmente melhores para a maioria dos miúdos.
(…)
A grande diferença, explica o professor de 38 anos que saiu de Macedo de Cavaleiros e “ficou preso” a S. Miguel, é que a Oi Jazz não tem nada a ver com música clássica. O jazz chegou com o colega Carlos Mendes, que por ele se apaixonou mal começou a estudar música no conservatório de Gaia. Quando a escola arrancou, em 2001, tinha apenas 20 alunos e oito instrumentos, com um orçamento de 7500 euros. Hoje tem 150 (por lá já terão passado cerca de 300), nove professores (oito portugueses do continente e uma italiana), uma orquestra com 22 elementos (19 rapazes) e um coro com 26 alunos (seis rapazes).
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Uma freguesia difícil
Ana Almeida, do serviço educativo do Teatro Micaelense, a que a escola de música está ligada desde 2005, não tem dúvidas de que se deve à dedicação dos professores o sucesso do projecto. Rabo de Peixe, garante, é uma freguesia difícil em que se tem investido muito através de programas regionais e comunitários, mas nem sempre com grandes resultados.“Este projecto da escola e da orquestra é verdadeiramente transversal porque não se interessa só pela música — interessa-se pela vida destes alunos”, garante.
“Educa-se para o respeito, para valorizar a auto-estima, para valorizar os afectos. É por isso que estes professores, que conhecem os miúdos todos, sabem os disparates que fazem, que dificuldades têm na escola de ensino regular e em casa, são também assistentes sociais, irmãos mais velhos.”
Caminhar ao fim da tarde de um dia de semana pela Rua Nossa Senhora de Fátima, entre o Cine-Teatro Miramar e o Largo Frei António do Presépio Moniz, o da igreja matriz, dá para fazer um retrato da vila, não muito diferente do que geralmente é dado pelos jornais e televisões, concentrado nos aspectos mais negativos de Rabo de Peixe: desemprego, pobreza, droga, violência.
Os sinos tocam a rebate por causa de um funeral mas poucos são os que parecem preocupar-se. Quando o caixão sai da matriz é vê-los tirar os chapéus em sinal de respeito. “Hoje ele, amanhã eu”, diz um dos pescadores, enquanto uma série de rapazes se ocupa de desmontar o que ficou das festas dos dias anteriores.
Dezenas de homens vagueiam pela avenida principal, sem nada para fazer, muitos concentram-se frente à sede do clube desportivo, já fechada. Uns querem meter conversa, outros têm droga para vender, muitos dos mais novos têm o cabelo cortado à Cristiano Ronaldo e até lhe copiam os brincos. Os cafés da rua do Miramar, como o Pereira ou o São Miguel, são escuros, fechados, e têm sempre os mesmos clientes, nunca mulheres.
É também a esta hora que os miúdos regressam a casa vindos da escola. Há crianças por toda a parte. As mães trazem pela mão os do primeiro ciclo enquanto empurram o carrinho dos irmãos mais pequenos. Na rua cheira a refogado, já há assadores nos passeios e mulheres a entrar e a sair de casa a pensar no jantar. O minimercado é um corropio.
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Pagar os instrumentos
Um dos saxofonistas, com 14 anos, foi há dias para a Casa do Gaiato, conta Mendes com tristeza. Perdeu-se nas férias grandes e andava a dormir debaixo de um barco para não ir a casa. “É por esses mais difíceis que estamos aqui. Gostava que ele continuasse a vir à orquestra. Aprendeu a ler música em três meses e vê-se que gosta de tocar.”
Muitos têm dificuldade em cumprir horários, outros são impedidos de ir aos ensaios como castigo por terem feito um disparate qualquer. Quando entram na adolescência, muitas das alunas deixam de aparecer porque os namorados não gostam, explica Rodrigo Reis. Hugo, o nadador, não compreende a atitude desses rapazes: “O que é que lhes passa pela cabeça para achar que podem mandar na vida delas? Eu não faço isso. Nem a minha namorada deixava que eu fizesse. Eu quero é que ela esteja feliz e se, para isso, tiver de fazer coisas sem mim, não me importo.” Socialmente, explica o director da escola, a comunidade aceita bem que uma adolescente seja mãe. “A maternidade ainda é vista como o destino primeiro da mulher. Muitas vezes ainda são os homens que decidem por elas.”
Se há alunos dedicados, como César e Luís, outros há que é preciso convencer a não faltar. Noutras alturas, Moreira já foi com Mendes buscar alguns ao porto, onde estavam a mergulhar à hora do ensaio. Aos concertos é que raramente faltam. No sábado à noite, a orquestra foi convidada a tocar numa festa de aniversário de Ponta Delgada e todos se concentraram frente ao Miramar, entusiasmados. À chegada à cidade, o cenário que a revista 2 encontra — um jantar formal, numa estufa envidraçada no meio de um jardim — faz lembrar os serões burgueses de alguns romances do século XIX. O aniversariante gosta de jazz e a mulher quis fazer-lhe uma surpresa e, ao mesmo tempo, ajudar a orquestra — para pagar o concerto, basta oferecer à escola de música de Rabo de Peixeum instrumento (um saxofone de iniciação pode custar 1200 euros e uma flauta transversal, 500).
“A maioria dos miúdos não tem como comprar os seus próprios instrumentos e nós temos de procurar formas alternativas de financiamento. Por isso criámos este programa ‘Um concerto, um instrumento’”, explica Rodrigo Reis, acrescentando que o Micaelense está a concorrer a programas paralelos para que seja possível comprar mais clarinetes, saxofones e trompetes, como o que Iuri Pereira leva para casa para ensaiar e quase enlouquecer os pais e os avós. Toca em todo o lado e a toda a hora, garante a mãe, Rita, 36 anos, operadora de caixa desempregada: “Vai para a varanda, para o quarto e o quintal, liga-se ao computador para procurar os músicos de jazz de que ouviu falar na orquestra e põe a tocar. Como são estrangeiros, muitas vezes os professores escrevem-lhe os nomes num papel.”
O quintal tem batata-doce, hortênsias, rosas e oraçais, uns frutos com um cheiro parecido com o do maracujá, mas mais ácidos. É lá também que dorme Max, o pastor alemão que já se habituou ao seu trompete. Iuri é ainda tímido, mas muito decidido para quem tem dez anos. Está na Oi Jazz, mas ainda tem pendurada no armário a farda da Lira do Norte, que deixou para integrar a orquestra, com muita pena do pai, que chegou a tocar na banda do Pico da Pedra, uma freguesia próxima. “O jazz não é uma música esquisita. Eu gosto de tocar e de aprender. Só não gosto de ler nas pautas… Ainda não sei”, diz. Os avós olham para ele com orgulho. Maria de Fátima e Manuel Oliveira são casados há 38 anos. Manuel sabe de cor o dia em que ela lhe disse sim, e garante que foi ele quem saiu a ganhar com o negócio.
Notáveis dos Açores (5)

Professor de Medicina Molecular na Universidade de Massachussets e investigador do Instituto de Medicina Howard Hughes, em Maryland, é graduado em Bioquímica pela Universidade de Brown e doutorado em Biologia Celular e do Desenvolvimento pela Universidade de Harvard.
Em 2006, conjuntamente com Andrew Fire, recebeu o Prémio Nobel da Medicina pela descoberta do mecanismo fundamental para o controlo dos fluxos de informação genética, que pode ajudar a explicar algumas doenças, entre as quais alguns tipos de cancro. Além deste, recebeu vários prémios científicos, destacando-se: 2003 – Prémio em Biologia Molecular da Academia Americana de Ciências e o Prémio Wiley em Ciências Biomédicas da Universidade Rockefeller; 2005 – Prémio Brandeis University’s Lewis S. Rosenstiel, o Prémio Gairdner Foundation International e o Prémio Massry; 2006 – Prémio Paul Ehrlich e Ludwig Darmstaedter.
A Universidade dos Açores decidiu, a 26 de Janeiro de 2012, atribuir-lhe o grau de doutor ‘honoris causa’ por esta descoberta, tendo sido apadrinhado na cerimónia realizada em Ponta Delgada, por Maria Leonor Medeiros, professora catedrática de Bioquímica do Departamento de Ciências Tecnológicas e Desenvolvimento.
Na primeira vez que visitou os Açores, em Julho de 2009, Craig Mello deixou no Arquipélago o diploma e a medalha do Prémio Nobel, numa iniciativa destinada a “inspirar os jovens açorianos a estudar ciência.”
Na altura, admitiu que o seu conhecimentos sobre o Arquipélago resultava apenas das “histórias” contadas pelo avô (Frank Melo) e pelo pai, referindo que o bisavô “depois de ter saído dos Açores, nunca mais regressou.”
Os bisavôs Eugénio Castanho de Melo e Maria da Glória Barracôa, nasceram na freguesia da Maia, em S. Miguel, e emigraram para os EUA no início do século XX.
É um dos conselheiros do projecto “Rede Prestige Azores”.




















