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«É fundamental que os sacrifícios sejam melhor distribuídos»
Apesar da austeridade, famílias em risco de pobreza, grande desemprego, vale a pena sublinhar que se mantém a coesão nacional, que não há desestruturação social no nosso país
Contudo, reconheceu:
é fundamental que os sacrifícios sejam melhor distribuídos.
Comece por si, senhor Presidente… que está sempre a queixar-se que não recebe suficiente para pagar as suas despesas!!!!
Este gajo só abre a boca para dizer asneiras… e, pior do que isto, gozar com os portugueses!
Fonte:
Bertinha
http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=73482
Nada inventado… basta apenas ler o texto da notícia.
Berta Maria Correia de Almeida de Melo Cabra Cabral, licenciada em Finanças, em 1975, pelo Instituto Superior de Economia da Universidade Técnica de Lisboa, foi eleita pela primeira vez, em 2001, presidente da câmara de Ponta Delgada, a maior autarquia dos Açores, tendo abandonado o cargo em 2012, poucos meses antes das eleições regionais.
Ainda o Relvas
E mais, apesar de ser mais direccionado para outro chico-esperto: Miguel Gonçalves
20 mil despedimentos até final de 2013
Definitivamente, esta gente anda a fumar ganzas…
Os números médios que servem de base para os cálculos das Finanças representam, na prática, a eliminação de cerca de 20 a 25 mil funcionários públicos. Sobre os professores deverá recair o maior número de ‘despedimentos’ – no mínimo, dez mil docentes.
Portugal vs. Itália (segundo Ricardo Araújo Pereira)
A grande diferença entre portugueses e italianos é que os italianos elegeram um palhaço e o povo português elegeu uma anedota. É muito mais sensato, politica e humoristicamente, fazer o que os italianos fizeram, eleger o criador do que eleger a criatura porque o palhaço inventa sempre coisas novas enquanto que a anedota é sempre a mesma e vai deixando de ter graça.
Ricardo Araújo Pereira
Retirado d’ A Seta do Cupido.
Que consolidação??!?
“Estamos na direcção correcta, não existe necessidade de alterar a trajectória“
Sobre a contestação de que os ministros têm sido alvo, Passos Coelho não quis fazer grandes comentários. “Têm criado situações difíceis, mas o governo já disse o que tinha a dizer. Não são comportamentos representativos do que tem sido a nossa democracia. Não devemos confundir a a árvore com a floresta“, concluiu.
Quem é que vai aos … deste gajo?!?! É cego? Gosta de ser palhaço? Está armado em ditador?!
Casmurro que nem uma porta…
Fonte:


