Uma câmara analógica de 35mm da Leica sagrou-se ontem a máquina fotográfica mais cara alguma vez vendida, ao ser arrematada por 2,16 milhões de euros, num leilão, em Viena de Áustria.
Segundo relata a imprensa internacional, o valor foi atingido em quatro minutos de licitações, que começaram no valor base de 300.000 euros. Menos de cinco minutos chegaram para fazer o valor disparar para os 1,8 milhões – valor que, acrescentados os impostos e comissões devidos, resulta nos 2,16 milhões transaccionados.
O recorde anterior era detido por outro exemplar do mesmo modelo, que tinha sido comercializada pela módica quantia de 1,32 milhões de euros, em 2007.
A marca, que marcou a história da fotografia analógica, tem sabido adaptar-se às novas tendências e assegurar o seu lugar no mercado – nomeadamente através da transição para equipamentos digitais que frequentemente vemos distinguidos entre os da sua classe.
Para além da qualidade, a Leica é conhecida pelos preços, nem sempre ao alcance de todas as carteiras. Outros dos exemplos recentes disso é o modelo recentemente criado em parceria com a Hermès.
Trata-se de uma edição especial do modelo M9-P. A câmara digital de 18 megapixéis que apenas tira fotografias a preto e branco estará disponível em dois pacotes com diferentes acessórios, um a comercializar por 25.000 dólares (M9-P Edition Hermès) e outro por 50.000 dólares (M9-P Edition Hermès – Série Limitée Jean-Louis Dumas).
(A M9-P que falam acima, são “baratas”… perto de 6500€)
Aqui, podem ver como foi criada a máquina.
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