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Recrutas provocam generais!
As fotografias foram tiradas enquanto as quatro recrutas estavam destacadas numa base do sul de Israel. Altos responsáveis do exército não fizerem esperar pela sua reacção e afirmam que as imagens deixaram “grandes danos” na imagem dos militares israelitas.
Façam sempre LOGOUT!!!
Brutal!
É bom, para aqueles que têm a mania de sair dos PCs sem desligar as suas contas de Facebook, YouTube, etc, etc…
Ainda o Instagram
Uma piada ao Instagram.

Eu cá, cancelei a minha conta… mas não me preocupei muito, porque só tinha duas fotografias lá.
Para quem não está a par da situação:
Recapitulemos: o Instagram, a aplicação para aplicar filtros e partilhar fotografias que foi recentemente adquirida pelo Facebook por mil milhões de dólares, alterou a sua política de privacidade na Segunda-feira, dia 17. A nova directiva diz o seguinte:
“Você concorda que uma empresa ou outra entidade nos possa pagar para fornecermos o seu nome de utilizador, gostos, fotografias (juntamente com quaisquer metadados associados) e/ou acções que você empreenda, no contexto de conteúdos ou promoções pagos ou patrocinados, sem que você receba por isso qualquer compensação.”
Espectáculo! Então, você tira uma fotografia linda e imaginativa – e o Instagram pode vendê-la a anunciantes sem que você receba um só cêntimo.
A Internet entrou em polvorosa. Instruções para cancelamento de contas da Instagram inundaram a rede. Indignação e ultraje estavam por todo o lado.
Um dia depois, mudaram o discurso.
E tinha razão: na Terça-feira, dia 18, Kevin Systrom, um dos fundadores do Instagram, respondeu à indignação com um texto no blogue que, resumindo, significa: “Não é isso que nós queríamos dizer”.
“Muitas pessoas interpretaram como se nós fôssemos vender as vossas fotografias a outros sem qualquer compensação”, escreveu Systrom. “Isso não é verdade, e assumimos o erro de termos utilizado linguagem confusa. Para que fique bem esclarecido: não temos qualquer intenção de vender as vossas fotografias. Estamos a trabalhar numa linguagem actualizada nos termos de privacidade para termos a certeza de que isto fica claro.”
Uma coisa é certa… alguns utilizadores, provavelmente, voltaram com a palavra atrás e reactivaram as suas contas, mas outros (onde me incluo), não se importaram e deixaram as contas desactivadas.
O dinheiro faz mal a muita gente… quanto mais se tem, mais se quer… nem que para isso tenham de roubar os outros.
A moda do “Tu cá tu lá”
Um artigo na Visão que vale a pena ler do princípio ao fim.
Abaixo, segue um excerto.
Logo de manhã, ligas o televisor e levas com um anúncio de um operador de net e cabo a falar da “tua visão”. Enquanto conduzes, o animador da rádio anuncia-te que “vais ouvir uma música fantástica”. No pára-arranca do trânsito, olhas para o lado e vês um outdoor de uma companhia aérea com a frase “Até onde queres ir?” Entras numa pastelaria para pedir um café e corres o risco de a rapariga ao balcão te perguntar: “Queres açúcar ou adoçante?” Folheias o jornal e lá está um carro de 25 mil euros a dizer-te “desafia todas as normas”. Mais tarde, abres a VISÃO e lês um artigo no qual um jornalista que não conheces de lado nenhum te trata por tu.
A sociedade portuguesa está a ficar mais informal, e a língua segue-lhe os passos.
Há duas ou três décadas, atravessávamos a fronteira entre a juventude e a maturidade por volta dos 20 e poucos anos, ou por altura do primeiro emprego, quando as pessoas na rua começavam a aplicar-nos o “você”. Era nesse momento, e não no 18.º aniversário, que nos sentíamos efectivamente a entrar na idade adulta. Depois, alguma coisa mudou. O “tu”, teimoso, passou a sobreviver até mais tarde e o “você”, tímido, demorava a brotar. Chegávamos aos 30, 35, e ainda nos perguntavam “tens horas?”. Agora, para onde quer que olhemos, as marcas persistem em tutear-nos a nós, consumidores, seja qual for a nossa idade. E não estamos a falar de anúncios a barbies e carrinhos de brincar. Automóveis, bebidas alcoólicas, relógios, perfumes, telemóveis, máquinas de café, todos falam connosco como se fossem da nossa família.
(…)
Carlos Reis, professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, também aponta as redes sociais como corresponsáveis pela generalização do “tu”. “Basta ver o fenómeno dos ‘amigos’ no Facebook. O que parece natural é tutear um amigo (mesmo que ele seja um ‘amigo’, digamos, electrónico…).
Além disso, os textos em redes sociais e em mensagens de dispositivos móveis são muito breves, pouco reflectidos e, por isso, a tendência para simplificar chega à forma de tratamento: um ‘tu’ é mais fácil de conjugar do que um ‘você’, já para não falar no quase arcaico ‘vós’.” A informalidade, em Portugal, não se esgota na publicidade e nas redes sociais.
Invenções totós!
Uma invenção totó!
Hoje, porque decidi ouvir todos os 55 podcasts da Grandiosa História Universal das Traquitanas, ouvi agora mais uma, mas uma traquitana da era moderna.
Estão no Facebook, colocam algo lá e, não há outra coisa que esperem a não ser um “Gosto”.
Ora… um grupo de cientistas do MIT decidiu criar um colete que nos dá abraços a cada “like” feito no nosso Facebook.

Justin Bieber irritado…
… com o Justin Bieber!
Acontece que, a pessoa que está aborrecida tem 50 anos e, por azar, viu um puto na fase da adolescência, com o mesmo nome, ganhar fama!
Agora, as meninas “doentes” por Justin Bieber (cantor) estão a aborrecer o senhor de 50 anos com pedidos de amizade e não só, no Facebook!

O carpinteiro de 50 anos que vive em Lewiston, nos Estados Unidos, está farto de ser assediado por meninas que o adicionam no Facebook.
Chegou mesmo a escrever no Facebook: “O meu nome é Justin Bieber e tem sido desde há 50 anos, não sou um qualquer cantor punk homosexual mas porque algum pequeno bandido possui o mesmo nome que eu tenho de usar o meu nome do meio. Por amor de Deus, sou humano e tenho direitos também”.
Na sua biografia o homem colocou a seguinte frase: “Pequenas raparigas, parem de me adicionar, eu não sou aquele con** punk, e parem de tentar, porque ele gosta de pilas. Eu sou o Justin Bieber, de 50 anos, do Ohio. Vivo atualmente no Maine. Eu gosto de prostitutas, álcool e cigarros. Os miúdos que se fod**”.
De acordo com as estatísticas do Facebook, Justin John Bieber possui 199717 “gostos”. Já o jovem músico pop conta com mais de 47 milhões de “gostos”.
O perfil no Facebook do Bieber mais velho poderá ser visitado aqui.




