Posts Tagged ‘Ciência’
Malas de mulheres piores do que sanitas
O artigo publicado no site especializado Medical News Today revela que nem uma sanita tem tantas bactérias como as malas.
“As malas entram em contacto regular com as nossas mãos, de modo que o risco de diferentes germes se transmitirem é muito alto, especialmente porque é raro as mulheres limparem ou lavarem as malas”, explicou Peter Barrat, gerente técnico da empresa Initial Washroom Hygiene.
Os especialistas adiantam também que as malas de couro são as que contêm níveis mais elevados de bactérias porque o tecido macio actua como um terreno fértil para germes. Mas as conclusões não ficam por aqui e o estudo garante ainda que o creme para as mãos, que grande parte das mulheres carrega consig,o é o objecto que mais bactérias acumula dentro da mala.
Para contornar este problema e impedir uma invasão de bactérias, os especialistas aconselham as mulheres a terem consigo toalhitas ou gel anti-bacterianos para limpar as mãos e, claro a mala. Outro conselho prende-se com a arrumação: os investigadores garantem que ter uma bolsinha para os produtos de maquilhagem e outra para os cremes é meio caminho andado para uma mala limpa e livre de bactérias.
Caracol-gigante
Desde essa altura já foram apanhados 117.000 indivíduos. Por semana apanham-se mais de 1000 destes gastrópodes. “Eles são enormes, andam por aí, parecem que estão a olhar para as pessoas e a comunicar com elas, e as pessoas gostam disso”, explica Denise Feiber, porta-voz do Departamento para a Agricultura e para os Serviços dos Consumidores. “Mas as pessoas não se apercebem da devastação que esta criatura pode causar e libertam-nas num ambiente onde não têm inimigos naturais e prosperam”, diz, citada pela Reuters.
O caracol-gigante-africano, Achatina fulica, é original do Leste de África. Atinge os 18 centímetros de comprimento. Esta espécie é hermafrodita e cada indivíduo põe, em média, 1200 ovos por ano. A espécie já foi introduzida em locais tão diversos como a China ou o Brasil.
Fontes:
Jovem criou teste de detecção de cancro no pâncreas
Afinal, o que são chemtrails?
Ou de que as farmacêuticas espalham toxinas para nos manter doentes e obrigar-nos a comprar medicamentos.

Ou de que os militares americanos andam a controlar o clima. Ou, ou. A imaginação é o limite.
O fenómeno dos chemtrails (que significa rastos químicos) está na moda.
Em Portugal, a preocupação traduz-se num grupo de Facebook com mais de 5 mil membros e numa petição para que os deputados discutam o assunto e o Governo tome “medidas” que leva já 1 196 assinaturas (se chegar às 4 mil, o tema terá mesmo de ser debatido no Parlamento). “Quero que a Assembleia da República investigue este caso”, justifica Lino Almeida, 52 anos, autor da petição. “Sempre vi aviões a deixarem marcas no céu, que desapareciam rapidamente. Mas estas são diferentes: formam uma malha e os traços não se evaporam. Fiz pesquisas na net e percebi que há ali qualquer coisa de anormal.”
Aquele empresário e consultor, que tem por passatempo fotografar os rastos, garante que alguns aviões responsáveis por “pulverizar” a atmosfera são diferentes dos Boeing e Airbus, e possuem uma envergadura “ligeiramente maior”. Mas, acrescenta, é provável que os aparelhos comerciais também sejam apetrechados com produtos químicos. Quanto às causas, e apesar de admitir que há muita especulação, Lino Almeida aposta as suas fichas nas empresas de organismos geneticamente modificados.
“A Monsanto [a maior do mundo, nesta área] pode estar a destruir sementes para as pessoas terem de comprar as suas.” Outras hipóteses, diz, passam pela manipulação do clima e experiências militares para controlar as telecomunicações. O suposto aumento de doenças respiratórias também o deixa de pé atrás em relação às farmacêuticas. Certezas, não há. “As pessoas que conhecem a verdade são pressionadas e manietadas para ocultar tudo. E os media não falam sobre o assunto”, queixa-se.
“Não falam, porque não há nada para falar”, responde João Monteiro, 28 anos, biólogo e fundador do Comcept.org, um site de divulgação científica e que desmonta pseudociências. “Esta é uma teoria da conspiração que surgiu no final dos anos 1990, assente num relatório [da Força Aérea americana, com ideias fictícias para resolver cenários futuros]. A convicção baseia-se na iliteracia científica, e propaga-se pela imaginação e pelo medo.” Lino Almeida não se deixa abater. “Acusam-nos de ver muitos filmes. Mas o que ontem era ficção hoje é realidade.” Uma máxima que vale para a antiga teoria da Terra plana e que falha quando o tema é raptos por extraterrestres.
Humanos são uma praga na Terra
Quem o diz é o famoso apresentador de documentários sobre a vida selvagem, David Attenborough.
Mito dos dedos enrugados desvendado
Cientistas desfizeram o mito dos dedos enrugados na água: não é por estarem muito tempo debaixo dela, mas porque os vasos sanguíneos contraem-se, por indicação do sistema nervoso, para que os dedos possam agarrar melhor objectos molhados ou submersos.
A conclusão consta num estudo publicado no portal da publicação britânica Biology Letters, da Royal Society.
Gable: o cão que conhece mais de 1000 palavras
Para entendermos como é que os cães identificam os objectos, precisamos da ajuda de Gable. Este cão de cinco anos reconhece a maioria dos seus brinquedos pelo nome e tem grande facilidade em aprender palavras novas. Talvez por pertencer a uma raça considerada inteligente, este border collieajudou a perceber como é que os cães relacionam as palavras com os objectos e mostrou que a sua forma pouco importa.

Em 2010, Rico, outro cão da mesma raça, também foi notícia por ser inteligente. Tinha nove anos e mostrou, num jogo de procura de objectos, que conseguia identificar 200 palavras. Nessa altura, os cientistas acreditaram que o mecanismo de aprendizagem das palavras era semelhante ao utilizado pelas crianças para aprenderem – ou seja, reconheciam os objectos pela sua forma. Agora, o estudo feito com o Gable contrariou esses resultados. Humanos e cães, diz a equipa de Emile van der Zee, da Universidade de Lincoln, no Reino Unido, aprendem de maneira diferente.
Gable conhece mais de mil objectos pelo nome, mais ou menos o mesmo número que uma criança pequena e, tal como elas, tem a capacidade de associar palavras a categorias de objectos. Esta estranha facilidade do cão levou o grupo de Emile van der Zee a testar a suas capacidades.
Para isso, os cientistas usaram um jogo já conhecido pelo cão, em que ele tinha de identificar um objecto através do nome e depositá-lo num contentor. O jogo foi dividido em partes e, em cada uma delas, ele tinha de identificar, entre dez objectos, aquele que era o certo. Para superar as provas, o cão teria de distinguir os objectos pela forma, textura e pelo tamanho. O objectivo do estudo era verificar se os cães e os homens partilham a mesma capacidade linguística e, com isso, perceber o processo evolutivo da linguagem humana e as suas diferenças em relação a outras espécies.
Os resultados do estudo e do jogo, publicados na revista PLOS ONE, mostram que Gable identifica perfeitamente os objectos que já conhece, mas em relação a objectos novos o caso é um pouco diferente. Quando teve de procurar um objecto desconhecido, na dúvida, escolheu primeiro um do mesmo tamanho, depois, noutro exercício, apanhou um com a mesma textura. Aparentemente, para ele, a forma do objecto pouco importa e, por isso, não a usa para identificar o objecto certo.
As crianças, ao contrário dos cães, primeiro fazem a identificação com base na forma e só depois no tamanho, na cor ou no material. Por exemplo, uma criança, antes de qualquer outra classificação, inclui as bolas de pingue-pongue, as bolas de ténis e as bolas de futebol numa única categoria: bolas. Só depois aprendem a fazer a distinção pelo tamanho e, mais tarde, pela textura.
As diferenças na forma como os cães e os humanos identificam os objectos levaram os cientistas a concluir que a maneira como as duas espécies armazenam no cérebro sons com significado é bastante diferente, tanto na maneira como esse mapa é construído como utilizado.
“O sistema visual humano identifica a forma dos objectos para fazer o seu reconhecimento. Nas nossas experiências, impedimos que o Gable pudesse usar o faro [para reconhecer os objectos]. Isto mostra que o seu sistema visual e o sistema sensorial da boca não estão centrados na forma dos objectos, mas sim no tamanho e na textura”, explica Emile van der Zee, citada num comunicado da sua universidade.
Mais estudos poderão ajudar a deslindar o processo de reconhecimento das palavras em diferentes espécies. “Só comparando outras espécies com os humanos poderemos ficar a conhecer mais sobre as origens neurológicas e genéticas do reconhecimento das palavras”, conclui a investigadora. Para já, informação de que os cães não reconhecem inicialmente as formas pode ser útil para desenvolver novos programas de treino de cães ou para melhorar os já existentes.
Tornar objectos invisíveis já é possível
O novo estudo, publicado agora na revista científica Nature Materials, demonstra ter conseguido a invisibilidade, embora apenas numa direcção. “É como os personagens de baralho de Alice no País das Maravilhas. Se elas se viram de lado não se consegue vê-las, mas são obviamente visíveis se se olhar de outra direcção”,, compara David Smith, da Duke University.
O truque foi conseguido com um manto em forma de losango e com características capazes de transportar a luz perfeitamente ao redor de um cilindro de 7,5 centímetros de diâmetro e 1 centímetro de altura.

Podem ler o artigo completo aqui.
Aviação sustentável, segundo a Airbus
A Airbus apresentou a sua visão daquilo que poderá ser a aviação em 2050, tornando assim, mais sustentável, esta indústria que é das mais poluentes do mundo.
Assim, para a descolagem, estão a estudar a possibilidade de arranjar um sistema de descolagem parecido com uma catapulta e que é já utilizado nos porta-aviões (imagem abaixo).
Este sistema seria automático e ajudaria o avião a descolar em pistas mais pequenas. Por outro lado, o avião poderá assim atingir, mais rapidamente, uma altitude de cruzeiro, mais eficiente.

Outra das ideias abordadas pela Airbus tem como pano de fundo uma espécie de auto-estrada aérea, que utiliza um sistema de navegação automático e altamente sofisticado para encostar os aviões uns aos outros – até 20 envergaduras de asa.
Hoje, os aviões estão separados por 7,5 kms mas, segundo a Airbus, é tecnicamente possível reduzir em muito esta distância. Assim, os aviões – numa formação em V – poderão aumentar a eficiência dos combustíveis. (imagem acima)
No que toca à aterragem, pretendem também que o avião faça a descida/aproximação a planar, reduzindo também os custos em termos de combustível. Contudo, terá de haver reforço nas medidas de segurança.
Finalmente, a Airbus acredita que o sistema de gestão do tráfego aéreo poderá ser optimizado, aproveitando as características dos aviões actuais e as mudanças na infra-estrutura. O resultado seria a redução do congestionamento aéreo e rotas mais directas, o que possibilitaria diminuir o tempo dos voos.
Segundo a empresa, os voos na Europa e Estados Unidos poderia ser cerca de 13 minutos mais curtos. Como todos os anos são feitos cerca de 30 milhões de voos, estas medidas seriam suficientes para poupar nove milhões de toneladas de combustível, cinco milhões de horsa de voo e 28 milhões de toneladas de emissões de CO2.

Fonte:












