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Bob Dylan – Parabéns (70 anos)

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Um grande senhor faz hoje anos (Robert Allen Zimmerman – mais conhecido por Bob Dylan)… 70, para ser mais preciso.

E, é daqueles músicos, que só se pode afirmar uma coisa: Quanto mais velho, melhor!
Eu não conheço todos os álbuns dele (mas alguns… porque a lista é extensa), mas pelo que tenho ouvido (e pelo que vou ouvindo falar), um é sempre melhor do que o outro.

Para lerem um extenso artigo (mas muito interessante) sobre a vida dele, dêem uma vista de olhos aqui (How Stuff Works).

Mas aqui deixo algumas mais importantes.

Nascido em 1941, em Delluth, Minessota (EUA), Robert Allen Zimmerman aprendeu durante a adolescência a tocar violão e gaita. No final dos anos 50, quando estava na Universidade, adotou o nome de Bob Dylan em suas apresentações, provavelmente influenciado por sua admiração pelo poeta britânico Dylan Thomas (1914-1953).

 Com 19 anos de idade, Bob Dylan mudou-se para Nova Iorque, com a intenção de visitar seu ídolo, o cantor folk Woody Guthrie, que estava hospitalizado na cidade. Em apenas alguns meses por lá conseguiu um contrato com a Columbia Records, após receber uma crítica favorável do The New York Times por sua apresentação na abertura do show do bluesman John Lee Hooker. Dylan começou então a se tornar uma figura destacada no Greenwich Village, bairro nova-iorquino que concentrava os artistas e a vida boêmia da cidade, com seu humor cáustico e a profundidade de suas críticas sociais nas letras das canções.

(resto aqui)

Em 1966, Dylan sofre um grave acidente de motocicleta que o deixou afastado da cena musical até 1968. Às turnês, ele retornaria somente em 1974. Em 1975, ele lança “Blood on the Tracks”, álbum que é uma de suas obras primas, recheado de canções sobre o amor, paixões, desilusões e indiferenças. Nas décadas seguintes, ainda com a aura de um ícone dos anos 60 e rotulado como poeta, profeta, gênio, Bob Dylan manteve uma produção que o confirmou como um dos mais importantes artistas de todos os tempos. Em 1998, lançou “Time Out of Mind”, um de seus melhores álbuns, e em 2006 levou um disco de blues, “Modern Times”, ao primeiro lugar das paradas norte-americanas. Em mais de quatro décadas de carreira conquistou os mais importantes prêmios do mundo da música, sem deixar de ir do inferno ao céu e do céu ao inferno por diversas vezes.

(Se querem começar por álbuns mais recentes, “Modern Times” é um álbum BRUTAL!)

Algumas curiosidades:

David Bowie fez uma canção para Bob Dylan
Em 1971, David Bowie escreveu uma canção para Bob Dylan apropriadamente intitulada “Song for Bob Dylan”. Nela, o cantor falava sobre a influência de Dylan para a sua geração (“And you sat behind a million pair of eyes / And told them how they saw” – em tradução aproximada, “E você se sentou atrás de milhões de pares de olhos / E contou a eles o que eles viam”), lamentava os discos mais difíceis que ele havia lançado recentemente (“Then we lost your train of thought” – “Então nós perdemos a sua linha de pensamento”) e praticamente exigia que Dylan voltasse à antiga forma (“Give us back our unity / Give us back our family” – “Devolva-nos nossa unidade / Devolva-nos nossa família”).

(esta acima, é curiosa, até porque, se não sabem… Bob Dylan enriqueceu em parte, por “culpa” das suas letras usadas por muitos outros músicos)

Woody Allen definitivamente não é um fã
Não é segredo para ninguém que o cineasta Woody Allen não gosta de música pop. Por isso, não foi surpresa quando ele resolveu fazer piada a respeito de Bob Dylan num de seus melhores filmes, “Annie Hall” (no Brasil, o filme ganhou o esdrúxulo título de “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa”). A certa altura da história, Allen conhece uma fã de Dylan que recita a letra de “Just Like a Woman” para ele. A cara que Allen faz quando ela tenta convencê-lo da profundidade de versos como “And she aches just like a woman / But she breaks just like a little girl” é uma prova clara que ele não está nem um pouco convencido do talento de Dylan.

Como é possível, oh senhor Woody?!


Bob Dylan tocou em Woodstock… em 1994
Apesar de ser um dos artistas mais importantes dos anos 1960, Bob Dylan não tocou no festival mais emblemático daquela década, Woodstock. Os motivos nunca ficaram claros: aparentemente, ele não quis participar do evento porque estava de viagem marcada para a Inglaterra. O curioso é que uma das lendas a respeito do festival diz que ele se chamou Woodstock porque essa era a cidade que Dylan morava na época – o evento na verdade aconteceu num município próximo, Bethel. Em 1994, quando um novo Woodstock foi realizado para festejar os 25 anos do evento original, Dylan marcou presença. Ele fez um elogiado show no último dia do festival.

Vovô Bob Dylan
O cantor tem nove netos e, segundo relatos, tem um adesivo colado em seu carro em que se lê: “melhor avô do mundo” (“world’s greatest grandpa”).

Abaixo, podem seguir o link para as 20 músicas mais importantes de Bob Dylan.

http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/musica/as+20+musicas+mais+importantes+de+bob+dylan/n1596972956600.html

E, como pesquiso no youtube e não encontro as minhas favoritas com originais… fica aqui um cover, mas de um grande senhor:

Artigos relacionados:

Bob Dylan is back

I’m Not There (se bem que já mudei parte da minha opinião acerca do filme – porque não sabia nada sobre a vida dele)

Curiosidades sobre Bob Dylan

Escrito por paranoiasnfm

24 de Maio de 2011 em 21:19

Ray (review)

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Começando pelo início… o nosso coliseu, o Coliseu Micaelense, em 2006, apresentou um espectáculo “The Ray Charles Show” com Frank Rondell e a “Powerhouse”, de Toronto.

Logo aí, fiquei fascinado com a música de Ray Charles, a energia, as letras, tudo… Muitas horas a ouvir este senhor e a aproveitar toda a alegria transmitida através das músicas. Muito bom mesmo!


Hoje vi, finalmente, o filme sobre a vida dele: RAY

Quando esteve cá, no cinema, não tive a oportunidade para ir ver e fiquei completamente lixado.

Passou recentemente (em Novembro de 2010) no AXN…. e, como era muito tarde, decidi gravar.

Hoje, ao fim de tanto tempo… decidi guardar umas horas para vê-lo, finalmente! :D

O primeiro pensamento ao fim de 10 minutos de filme foi: “Merda… já devia ter visto isto há mais tempo!”

Adorando as suas músicas, mais satisfeito do que fiquei era impossível. E ficar também a saber a história de cada música, sobretudo das que venderam mais discos!

Mas a parte mais surpreendente, foi a história de vida dele. Sabia apenas que ficou cego aos 7 anos… E nada mais. Este filme retrata tão bem, tão bem a sua vida, que por algumas vezes, emociona mesmo… até à fase mais dura da sua vida, quando se meteu nas drogas.

Uma grande representação de Jamie Foxx (vencedor do Oscar)… num papel tão difícil mas acerca do qual só se pode dizer: BRUTAL!

Apreciem o trailer do filme.

E esta, duas das minhas favoritas:

É caso para dizer: Ray Charles era e será sempre REI!

Podem ler este artigo (aqui) para saber mais um pouco sobre ele. Mas recomendo vivamente que vejam o filme… é bem melhor do que ler apenas a biografia.

Escrito por paranoiasnfm

17 de Abril de 2011 em 19:21

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