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Jovem condenada a prisão recebe pedidos de casamento

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A fotografia de cadastro de uma jovem condenada nos EUA está a causar furor entre os cibernautas masculinos, que enviaram pedidos de casamento e declarações de amor à detida.

Meagan Simmons, de 27 anos, natural de Tampa, Florida, foi detida em 2010 sob acusações de condução sob o efeito de álcool, e a sua foto de cadastro foi publicada no Reddit.

A mãe de quatro, separada, já recebeu inúmeras cartas de homens que ficaram deslumbrados com o seu charme de «mulher fatal».

Os homens escreveram as suas próprias legendas para descrever a foto: «CULPADA – De me tirar o fôlego», ou «Presa por invasão… do meu coração».

Sites de relacionamentos sociais encheram-se de comentários de homens que querem casar com ela, e procuram o seu número de telefone e saber se ela é modelo.

Um deles escreveu «Vem para a Irlanda, eu ajudo-te durante uns tempos, podes trabalhar no bar de um amigo meu até endireitares a tua vida e encontrares algo melhor».

Noutro comentário lê-se «Espero que se tiveres um homem [na tua vida], ele te trate bem e te encha de amor e carinho. Se estivéssemos juntos, nunca de faltaria nada».

Mas a senhora Simmons diz que não está contente com tanta atenção masculina, explicando que teve que bloquear várias pessoas em redes sociais por causa de comentários desagradáveis.

«É de loucos lol», comentou a condenada no Twitter. «Não entendo o porquê de tanta euforia. Aquela detenção foi em 2010, ultrapassem isso. Sinceramente acho que a foto está terrível».

Realmente, a miúda é LINDA!!! :D

Escrito por paranoiasnfm

16 de Abril de 2013 em 18:30

Some people care too much

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What a simple way to define love. When we care too much, beyond reason, beyond right and wrong, beyond mistakes and hurt…. (Amba)

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Escrito por paranoiasnfm

15 de Março de 2013 em 15:24

Na categoria Citações, Curiosidades

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Foto(s) do dia

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Porque esta é a imagem do dia… pelo menos, para mim.

Como descobri?

«The Blue Umbrella», sobre a história de amor entre dois chapéus de chuva, é a próxima curta-metragem da Pixar, que estreará em junho em complemento do filme «Monstros: A Universidade». As primeiras imagens já estão na internet.

«The Blue Umbrella» é realizado por Saschka Unseld, um profissional de 36 anos que trabalha na Pixar desde 2008, no chamado «camera and staging department», que prepara a encenação das cenas antes da se proceder à animação propriamente dita.

O filme pretende atingir um alto grau de foto-realismo, o que é contrário à pratica habitual da Pixar de caricaturização de personagens e estilização de ambientes. A estreia integra-se na tradição do estúdio de apresentar curtas-metragens antes dos seus filems de fundo, que permitem experimentar novas técnicas e servir de treino a novos realizadores antes do salto para trabalhos mais importantes.

Escrito por paranoiasnfm

7 de Janeiro de 2013 em 12:09

A Matemática!

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111,111,111 x 111,111,111 = 12,345,678,987,654,321

 

Retirado daqui.

Escrito por paranoiasnfm

18 de Outubro de 2012 em 10:19

“Passa-se algo de muito estranho com as mulheres”

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O outro dia tive a oportunidade de ler este artigo/entrevista e digo… concordei com algumas coisas, outras não.
Abaixo e a vermelho, as as melhores partes, na minha opinião.

Num hotel da Baixa lisboeta, o escritor e pioneiro do ioga em Espanha recebeu o i para falar do seu novo livro, “A Arte do Casal”. Mal sabia – como o i – que a conversa acabaria em consultório emocional. Entre citações de escritores intemporais e conversas sobre amigos, Ramiro Calle desvendou o segredo da vida a dois: o amor consciente, mesmo que isso signifique que pode vir a perder a sua cara-metade.

Como surge “A Arte do Casal”?

Há dois anos, na Feira do Livro de Madrid, estava a conversar com o meu editor sobre as dificuldades da vida a dois e ele disse- -me: “Ramiro, porque é que não escreves um livro sobre casais?” Eu, que há muitos anos questiono a vida em casal, sobretudo no que toca à psicologia humana, aceitei.

É um livro de auto-ajuda, mas tem um lado científico.

Pedi a pessoas que definissem o que é o casal e fiz um inquérito a 50 mulheres sobre a sua vida de casadas. Com estes testemunhos e com a minha experiência, porque também sou psicanalista e psicoterapeuta e tive muitas oportunidades para estudar o tema, surgiu o livro.

Onde fala de saber aceitar quando o casal já não funciona.

Penso que, se funciona, a vida em casal é satisfatória e muito agradável, mas se não funciona é um desastre. A questão é: se não funciona, porque é que as pessoas não se separam? Daí o subtítulo “Saber Cuidar, Saber Libertar”. É muito importante reconhecer quando um casal não tem solução e saber soltar.

Porque é que a maioria das pessoas não se consegue libertar? Por medo?

Sim, medo. Mas há outro factor que é o pensamento de “isto um dia vai melhorar”. “Vamos esperar que a coisa se recomponha.” Tenho um amigo que, pouco tempo depois de casar, me admitiu que era um desastre, mas disse “vamos lá ver se isto melhora”. E anda assim há dez anos. Às vezes a expectativa de que a vida em casal vai melhorar faz com que as pessoas não se separem. Depois o medo de deixar uma situação conhecida para entrar no desconhecido também faz com que muitas pessoas fiquem juntas.

Pode também ser o receio de que “outra o agarre”, citando Oscar Wilde.

Sim. Há esta tendência de pensarmos que a pessoa é só nossa e somos proprietários dela. E que se a deixarmos outra pessoa vai ficar com ela. Também há o medo de enfrentar a solidão. Muitas pessoas recusam separar-se porque têm medo da solidão. Por isso é mais prático separarem-se só quando aparece outra pessoa.

No livro diz que as pessoas, sobretudo as mulheres, escolhem mal o parceiro.

Sim, as mulheres têm um dom especial para escolher mal. Como dizia o grande filósofo espanhol Ortega y Gasset, as culpadas da mediocridade da raça humana são as mulheres, que escolhem sempre os medíocres. Há um dom especial na mulher para eleger mal e há algumas em que esta conduta se repete vezes sem conta.

É mesmo verdade que as mulheres preferem malandros a homens sérios?

Passa-se algo de muito estranho com as mulheres. Acham muito mais atraentes os homens que não são etiquetados, rotulados, mas assim que se apaixonam pelos que não são lineares querem que eles passem a sê-lo. Isso é contraditório. Quando uma mulher se apaixona por um boémio, ele será sempre um boémio e é o que vai ter. Não podem querer que o boémio seja um executivo sério. É como querer que um quadrado seja um círculo. Isto também acontece com os homens e é um dos grandes problemas entre casais. Quando tentamos – e até conseguimos – mudar uma pessoa, ela fica reprimida e com raiva em relação a nós. Temos de aceitar as pessoas como são e depois logo decidimos se queremos ou não viver em casal. O que não é possível é escrevermos todos os dias o guião da pessoa com quem estamos. Podemos gostar muito de uma pessoa no namoro e isso mudar com o casamento, com a vida a dois. Em Espanha dizemos que a convivência é o verdugo do amor.

Trata-se da frase que cita no livro: “Se uma pessoa gosta de ti, não a mantenhas nem muito perto, nem muito longe”…

Se não houver uma convivência muito estreita, não existem problemas.

Como é que as pessoas se aproximam?

O amor, tal como funciona no Ocidente, começa com o despertar da atenção. Estamos numa festa e existem mil pessoas, mas por alguma razão fixamos uma. Depois começamos a pensar sobre isso e nasce a atracção e aí começamos a atribuir a essa pessoa todo o tipo de qualidades, que por vezes ela não tem. Se a ligação evoluir, os sentimentos convertem-se em paixão. Esta é a primeira fase, que corresponde à paixão profunda e que na realidade não nos deixa ver a pessoa como ela é. O que vemos são as sensações agradáveis produzidas no sistema nervoso.

É como uma droga?

Sim, claro. Ortega y Gasset já dizia que o enamoramento é um estado de suprema imbecilidade. Há muitas pessoas que estão constantemente à procura disso. Quem salta de parceiro em parceiro necessita constantemente de viver isso. Conheço muito bem o enamoramento porque já o vivi muitas vezes. Mas acho que é uma ilusão. Vemos coisas que não existem e as que existem estão escondidas. Este estado faz subir as endorfinas, altera-nos a personalidade, muda-nos a rotina, mas, se olharmos para isso com sabedoria, damo-nos conta de que é um sentimento tão falso que o podíamos sentir por 3 mil pessoas.

E quando acaba a paixão?

É uma das coisas que digo neste livro: se duas pessoas se amam profundamente mas já não existe química, o que se passa? O que fazem nesta situação? Ou se acomodam a fazer amor de uma maneira que não é desagradável, mas que nada tem de intenso, ou cada uma procura relações extraconjugais ou passa a ser uma relação apenas de amizade. Isto é muito comum em relacionamentos longos.

Concorda com aquela frase que diz que os únicos amores eternos são os impossíveis?

Os amores impossíveis são os mais fortes, sim. Por exemplo, Dante ou Petrarca, que amavam Beatriz e Laura – como não as tinham, andavam sempre entusiasmados. São amores dolorosos, mas, como nunca são concretizáveis, são mais intensos. Há pouco citavam Oscar Wilde, ele dizia que a melhor forma de superar uma tentação é entregar-se a ela. Mas se não a provamos ficamos obcecados a ver como damos a volta à questão. Há um filme sobre um homem e uma mulher que só se viam uma vez por ano durante uma semana. Ambos eram comprometidos e nesse curto espaço de tempo viviam a paixão com uma intensidade enorme. Também Albert Camus dizia que não há amor mais intenso que aquele que se sabe limitado no tempo. A monotonia, a rotina e o quotidiano acabam com a paixão. Por isso é que as relações se fraternizam.

Diz que não acredita no casal como um modelo fixo…

Penso que o amor permanente e que dure uma vida é possível, mas em poucas pessoas. A questão é que antes, no tempo dos nossos avós, era melhor o mal que se conhecia que o bom por conhecer [risos]. O que acontece hoje é que agora há um tráfego de pessoas tão grande que elas já não aguentam o mesmo de antigamente. Se não estás bem na tua relação e se te aparece algo melhor, tens o mundo inteiro pela frente. Agora acredito, sim, no amor muito profundo entre duas pessoas, mesmo que a relação de casal termine. Se o amor existe de facto, queres que a outra pessoa seja feliz mesmo sem ti. Se não seria um amor egoísta, em que mesmo que o outro esteja infeliz e desgraçado ao menos está contigo.

Hoje os casais vão viver numa casa pequena, sem dinheiro para pagar a uma empregada, por exemplo, e a mulher passa o fim–de-semana a limpar a casa. Não é sexy…

Como não é sexy o homem passar o tempo sentado no sofá a ver futebol. Para este livro entrevistei 50 espanholas entre os 20 e os 40 anos, em relações ou casadas, e a todas perguntei: se aparecer um homem na tua vida que te atraia, que seja uma coisa prudente e que não ponha em causa o teu casamento, alinhavas? Oitenta por cento disseram que sim. Perguntei porquê e todas disseram o mesmo, numa frase tipicamente castelhana: “En el amor y en el sexo todos van al grano”, ou seja, todos vão directos ao assunto. Todas tinham perdido a magia, o preâmbulo, a poesia, iam directas ao assunto. E todas gostavam dos maridos.

Como vê os relacionamentos da geração mais jovem?

Há que vivê-lo como se fosse para sempre. Quando na altura se diz “amo-te para sempre”, nesse momento está-se a ser sincero.

E a traição?

O que é a traição? Se uma mulher vai à ópera com outra pessoa é uma traição para o namorado? Quem decide o que é traição? Quem ensinou aos casais o que é uma traição? O papa? As tradições? Os avós? As mulheres deixam os maridos sair com homens que roubam, que matam, agora se eles olham para outra, isso sim, é horrível. O que é melhor, ser leal ou ser infiel? Há pessoas que são infiéis, mas são leais e dariam a vida pela pessoa com quem estão e há pessoas que são fiéis mas nada fazem pela pessoa com quem vivem. No Norte da Índia as mulheres casam-se com o primogénito e têm direitos sexuais sobre todos os irmãos. O problema é que a infidelidade foi sobrevalorizada. As pessoas não se importam de ser maltratadas, subvalorizadas, mas se o namorado ou namorada andou aos beijos com outra pessoa numa discoteca isso já é um problema. Isso é ego. Como digo no meu livro, prefiro partilhar a perder. Se quero uma mulher profundamente, quero-a e não me importo que esteja com outros. Os países ocidentais são os mais hipócritas.

Que seja eterno enquanto dure, como dizia Vinicius de Moraes.

Até porque, no amor como na vida, só sabemos como as coisas começam, nunca como acabam. As pessoas sofrem por amor o tempo que demora até aparecer outra pessoa por quem se apaixonam. Apaixonar- -se não é difícil, o difícil é, uma vez ultrapassada essa fase, construir o verdadeiro amor. Há pessoas que estão apaixonadas pela paixão e não passam desse estado. Agora o melhor é amar conscientemente e continuar apaixonado.

Qual é a arte de viver em casal?

Através do amor consciente, do amor com sabedoria. Proporcionando à pessoa que amamos todos os meios para que ela possa evoluir e ser feliz, mesmo correndo o risco de a perder. São muito poucas as pessoas reparadas para isto. Tem de ser uma relação livre de expectativas, de medo, de raiva.

E é isto… uma entrevista interessante. :)

O que pensam do tema?

Escrito por paranoiasnfm

19 de Maio de 2011 em 20:04

Na categoria Citações, Curiosidades, Notícias

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Desafio 1

com 2 comentários

Qualidade: Sinceridade; Amigo.
Defeito: Teimosia; Ter forte panca (pancada, como queiram chamar); No fundo.. ter muita paranóia. (daí o nome do blog).
Gostas: Fotografia; Amizades fortes; Cinema; Velocidade; Natação; etc.

Detestas: Falsidade; Cinismo; “Cortes”; Oportunistas.
Não passas sem: Uma boa amizade; Computador.
Pessoas: Simples e Sinceras.
Família: Está noutro patamar à parte. :)
Homem: Lance Armstrong (pela sua história e luta pela vida).

Mulher: Zeca.

Sorriso: O melhor que me podem dar.
Perfume: Hugo Boss; Calvin Klein; (tenho outros, mas não me lembro as marcas).
Carro: Ferrari Enzo; Bugatti Veyron.

Paixão: É algo complicado.
Sexo: Um assunto interessante.
Amor: É uma merda… uma complicação.. vem sempre acompanhado de problemas/desilusões.
Olhos : Olhar, lábios e sorriso (principalmente sorrisos com “covinhas” – como a Diana Chaves).
Sol: Bom para a mente. :)
Chuva: Para estar enfiado num buraco… Dias com chuva e muito escuros são péssimos. Bom para passear com alguém especial. :D

Mar: Aventura.. paraíso. :D
Livro(s): Boca do Inferno – Ricardo Araújo Pereira; O Poder da Inteligência – Tony Buzan.
Filme(s): Into The Wild; No Country For Old Men.
Musica(s): Há muitas… e vem a mesma cantiga de sempre: David Fonseca, Silence 4, podem pensar em qualquer uma delas.. gosto de todas (umas mais, outras menos.. mas adoro); Sérgio Godinho (muitas também); Trovante (algumas); José Mário Branco (muitas também); Zeca Afonso (igualmente, muitas); Pink Floyd; Queen (espectaculares também).
Dinheiro: A maior droga no planeta.
Animal: Irracional.
Silêncio: Fantástico.
Solidão: É o melhor que há.. sem dúvida. Não durante muito tempo, logicamente.. mas é muito bom. :)
Flor: Girassol (para mim, das flores mais fascinantes que há) :D
Sinceridade: O melhor que uma pessoa pode ter.
Sonho(s): Ser feliz, ter alguém ao meu lado que goste de mim; Conduzir um carro de Fórmula 1 ou de rally (um kart já conduzi.. há coisa de um mês – ainda tenho que colocar o post aqui sobre aquela condução).
Cidade(s): Agora pego numa das músicas principais dos Tunídeos (UAC): “Eu sem ti não sei viver / Minha pacata cidade / Onde aprendi a crescer / Também a sentir saudade / Os amores que eu vivi / Nesta vida amargurada / Nenhum se compara a ti / Oh doce Ponta Delgada”… :P Acho que está tudo dito. :mrgreen:
País: Suécia (gostava de viver lá); Polónia, República Chega e Hungria, bons países também. :D
Não vives sem: Comida e água.

Nunca deixas de: Falar com aqueles que me são especiais.

Agora respondam ao desafio se tiverem paciência. ;)

Escrito por paranoiasnfm

22 de Abril de 2008 em 10:51

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