Paranóias

… Um weblog dedicado a paranóias e não só …

Archive for the ‘Música’ Category

B Fachada

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Dois anos depois do lançamento… aqui fica:

faz sinal ao galo vencedor
que esta dança é arriscada
vai pela crista não vás num bom cantor
que a cantiga está mal parada

portugal está para acabar
é deixar o cabrão morrer
sem a pátria para cantar
sobra um mundo para viver
chegam flores do estrangeiro
já escolhemos o coveiro
por mim é para queimar
mas não quero exagerar
não à glória nacional
não à força não letal
já não canto sobre amores
nem me perco no recheio
é que em terra de amadores
basta ter o pau a meio

eu não sei português

e que se foda portugal

eu canto em fachadês
a minha língua paternal

impotência cultural
nem que fossem 100 lisboas
cidadão é animal
e eu faço isto é para pessoas
estou farto de ser fraco
vou lutar pela desordenação
é hora do boicote
já não chega abstenção
chegar ali tem que doer
tamanha a piça do poder
comer no rabo de meninas
nos herbívoros é que estão as vitaminas

faz sinal ao galo vencedor
que esta dança é arriscada
vai pela crista não vás num bom cantor
que a cantiga está mal parada

eu não sei português
e que se foda portugal
eu canto em fachadês
a minha língua paternal

partiste a cama gostas mais do chão
se não fosse amor ninguém diria que é paixão
dormir a meias já faz parte de acordar
coisas feias não vais ter que as procurar
passo a tarde no piano
a trabalhar o desengano
a estrofe avança o refrão é para rezar
que tu é que és a deusa deste lar

faz sinal ao galo vencedor
que esta dança é arriscada
vai pela crista não vás num bom cantor
que a cantiga está mal parada

portugal vai rebentar
é deixar o cabrão sofrer
sem a pátria para queimar
há mais tempo para viver
chegam flores entre as estrangeiras
mais 3 tristes parideiras
que venham cá curtir
já que não há nada para parir
não à força nacional
não à glória não letal
já não há cú para doutores
que o pau fica-me sempre a meio
é que em terra de amadores
basta ter algum paleio

eu não sei português
e que se foda portugal
eu canto em fachadês
a minha língua paternal

traz no colo uma missão
fiz a cama dos teus pais
passo a boca
tiro a roupa
nunca quis saber demais
dás-me o outro lado
para não estragares o penteado
eu estou sossegado
ninguém quer mais que ser um pai babado
ninguém quer mais que ser um pai babado
ninguém quer mais que ser um pai babado
ninguém quer mais que ser um pai babado
ninguém quer mais que ser um pai babado
ninguém quer mais que ser um pai babado

Escrito por paranoiasnfm

11 de Junho de 2013 em 16:53

JP Simões: “Estamos a precisar de uma nova revolução sexual e mental”

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JP Simões é um dos entrevistados da BLITZ deste mês, falando sobre o seu novo álbum, Roma , bem como de muitos outros assuntos, alguns dos quais inspiraram o disco.

 

“É um disco combativo, mas pelo lado do sol, da alegria. A maior parte das canções são canções cheias de gente, de coros, de palavras de ordem, desde ‘vai para a culpa que te pariu’ até ‘gosto de me drogar’. São tudo manifestações. Uma espécie de anos 60. Estamos a precisar outra vez de uma revolução sexual, individual, mental; parece que toda a gente se esqueceu dessas conquistas, porque eventualmente tomaram muitos ácidos, e a parte mais conservadora da pós-libertação sexual e espiritual tentada por todo o mundo nos anos 60 e 70 deu azo a um contraponto de gente [extremamente] conservadora e esquemática, que acabou por fazer do mundo o que ele é agora. Nós ainda estamos um bocado nos anos 80. [Vivemos à mercê de] esquemas de engenharia financeira e gestão macroeconómica, onde as pessoas são secundárias, como se esta malta [no poder] estivesse farta dos pais que levavam demasiado a sério essas idiossincrasias e tivesse resolvido: isto é tudo gente maluca e eu vou é robotizar-me. Eu vejo os anos 10 como os novos ‘the roaring sixties’”.

Fonte:

BLITZ

Escrito por paranoiasnfm

5 de Junho de 2013 em 10:24

Uma orquestra… de smartphones!

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Muito bom!

 

Rodrigo Leão: uma noite memorável

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Não há muitas palavras para descrever o que senti durante todo este concerto…

Claro que já tinha ouvido falar neste senhor, mas não tinha procurado saber mais sobre ele, até porque, pensava não ser o meu estilo musical.

A sintonia entre os músicos, algo que já não via há algum tempo com esta qualidade.

Estive indeciso até ao dia da compra do bilhete, pelo preço (que, agora digo, não era mesmo nada, dado a qualidade do espectáculo – 18,5€)… Mas lá comprei.

Não me arrependi!

E, felizmente, o meu ouvido não me engana e, esta música abaixo (fabulosa), faz parte da banda sonora do filme La Cage Dorée… e, ontem, durante o concerto, só pensava nisto, que já a tinha ouvido e tinha quase 100% de certeza de que pertencia ao filme… A Internet confirmou a minha certeza.

Apreciem!

No fim do concerto, decidi passear pela cidade a pé e, cruzei-me com o próprio Rodrigo Leão e os músicos que o acompanharam durante o espectáculo… um momento único, dado que, geralmente não se vê muitas das vezes porque o percurso dos artistas é quase sempre o mesmo: aeroporto – hotel – concerto – hotel – aeroporto.

Achei piada ao facto de estarem pela cidade a passear, muito descontraídos.

Não tenho muito mais a dizer… a casa estava cheia… voltaria para ver o mesmo espectáculo!

Aterragem de emergência: passageira não parava de cantar Whitney Houston

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Um avião norte-americano foi, segunda-feira,  forçado a aterrar de emergência em Kansas City, nos EUA, para retirar uma  passageira não parava de cantar a música “I will always love you”, de Whitney  Houston.

O porta-voz da American Airlines, Joe Mcbride, explicou a uma televisão  local do Kansas que o comportamento da mulher era “perturbador” e que teve  de ser retirada do avião por estar a “interferir com a tripulação do voo”,  durante o voo que seguia de Los Angeles para Nova Iorque. 

Por causa das incessantes canções da passageira, o comandante do voo  declarou uma “situação de emergência e solicitou uma aterragem no aeroporto  da cidade do Kansas”, a meio do caminho entre Los Angeles e Nova Iorque,  acrescentou. 

Já em terra, a polícia local entrou no avião e levou a passageira algemada  para as instalações do aeroporto. A companhia aérea recusou voltar a incluir a passageira noutro voo.

Depois de interrogada, a passageira e foi deixada em liberdade e explicou  que padecia de diabetes e que, em algumas ocasiões, a doença provocava comportamentos  ridículos. 

Depois de deixar em terra a passageira que não parava de cantar o êxito  de Whitney Houston, o avião retomou o voo e chegou sem problemas, e apenas  com uma hora de atraso, ao aeroporto JFK em Nova Iorque. 

Escrito por paranoiasnfm

14 de Maio de 2013 em 09:15

Salvem as marquises

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Escrito por paranoiasnfm

3 de Maio de 2013 em 14:51

Richie Havens (1941 – 2013)

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Richie Havens, que cantou e encantou um mar de pessoas durante o seu concerto em Woodstock, faleceu, vítima de um ataque cardíaco, aos 72 anos. A notícia foi divulgada pela sua família numa declaração.

Havens, cantor/guitarrista folk, foi o primeiro artista a subir ao palco no primeiro dos três dias do mítico festival Woodstock, em 1969. O artista regressou ao mesmo palco para o 40º aniversário do certame, em 2009.

“Tudo na minha vida, e de tantos outros, está ligado àquele comboio”, afirmou Havens em 2009 a uma agência noticiosa.

Nascido em Brooklyn, tornou-se famoso pela sua elaborada técnica como guitarrista e pelas suas versões de algumas músicas, como Just Like a Woman, de Bob Dylan, ou Here Comes The Sun,de George Harrison.

O site oficial do cantor afirma que este foi submetido a uma cirurgia aos rins há alguns anos atrás e que nunca conseguiu recuperar da mesma, ao ponto de nunca mais ter atuado.

Havens tocou na inauguração presidencial de Bill Clinton em 1993. Durante a sua carreira, lançou mais de 25 álbuns, tendo o último, “Nobody Left to Crown”, saído em 2008.

 

No ano passado, o tema “Freedom”, que gravou em 1972, integrou a banda sonora do filme “Django libertado”, de Quentin Tarantino.

 

Uma notícia triste… um grande artista.

Fica a grande obra!

 

Fonte:

Palco Principal

Público

Escrito por paranoiasnfm

23 de Abril de 2013 em 12:11

Band robots

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Did you ever wonder what Danny Carey would sound like if he had 4 arms?

How about if Angus Young had 78 fingers? Imagine what Robert Trujillo would sound like if he was actually made of metal?

Well, wonder no more, meatbags.

Compressorhead is the worlds heaviest metal band.

Stickboy, fingers, and bones are guaranteed to shake and rattle the world of meatbag music.

Stickboy (drums) was created to exacting specifications. 4 arms, 2 legs, 1 head, no brain. he plays a Pearl 14 piece kit with double kick. stickboy junior, the bastard child of an unknown mother takes control of the hihat shuffle. inception date 2007

Fingers (guitar) joined stickboy in 2009 and brings 78 purpose built fingers, enough to play the entire fret board and pluck.

Bones (bass) is the highest precision bass player in known existence, and the youngest member of the band. inception date 2012.

Standaside meatbags. Oil is thicker than blood.


http://compressorheadband.com/


http://www.robocross.de/


http://www.bigdayout.com/

Escrito por paranoiasnfm

20 de Abril de 2013 em 13:54

Music For One Apartment And Six Drummers

com 4 comentários

Sugeriram-me este vídeo no Facebook… adorei, como tal, partilho convosco!!

Escrito por paranoiasnfm

17 de Abril de 2013 em 19:45

The longest road

com 2 comentários

 

You lie on your bed like a submarine
With an open window letting the water in
Like a voice in a choir
A flicker on a fluorescent tube
An injured bird wandering around the room
That was caught in the wire
So don’t you go playing tough
I know this game and I had enough
So let’s keep it clear
Free from all those little schemes
A little bit more like dreams

It’s right in front of you
The longest road for you to walk through
If this is the place to start
Then go, follow your heart

You’re famous for you dancing feet
But your’re tap-dancing on wet concrete
Hey Fred, cool it down
You’re pointing cameras at hurricanes
Like you could stop them lock
them in frames
A scream with no sound
So don’t you go and be the best
There’s no one running, this ain’t a test
It’s you and me here
This is like nothing you’ve seen
Like a nightmare, like a dream

It’s right in front of you
The longest road for you to walk through
If this is the place to start
Then go, follow your heart

Escrito por paranoiasnfm

8 de Abril de 2013 em 14:41

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