Foto(s) do dia
Esta é, ao mesmo tempo, uma notícia e foto do dia.
A imagem de vários pinguins imperadores envoltas em bolhas de ar no momento em que se preparam para emergir a uma velocidade 2-3 vezes superior à normal deu a Paul Nicklen o título de “Wildlife Phtographer of the Year 2012″ e, simultaneamente, o prémio de melhor fotografia na categoria de “Mundos Submarinos” do concurso assim designado.

“Bubble-Jetting Emperors”
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Canon EOS-1D Mark IV + 8-15mm f4 lens; 1/1000 sec at f7.1; ISO 500; Seacam housing
Retrata o momento em que os animais regressam às massas geladas vindos do alto mar: as aves começam por vir até à superfície para avaliar o perigo de serem capturadas pelas focas-leopardo que os esperam e, nesse processo, armazenam ar debaixo das penas de forma que quando, em seguida, iniciarem a emersão, expulsam esse ar sob a forma de milhões de bolhas, reduzindo a resistência da água o que resulta numa duplicação ou triplicação da velocidade normal dos animais, que então passam “a jato” pelos os predadores, aterrando em segurança.
Segundo Rosamund Kidman Cox, juíza do prestigiado concurso promovido anualmente pelo Museu de história Natural de Londres e a revista BBC Wildlife, “A foto tem uma cor e forma extraordinárias, e quanto mais olhamos para ela, mais vemos. À medida que os olhos vagueiam sobre a foto – e é preciso vê-la em grande formato – descobrimos todo o tipo de histórias individuais a acontecer. Tem tremenda profundidade. É linda e fascinante e nunca nos cansamos de olhar para ela.”
A imagem vencedora foi uma das 50 mil captadas por pelo fotógrafo da revista National Geographic no mar de Ross, perto do Cabo Washington (Antártida) durante as 3 semanas que passou na região.
A fotografia de Paul Nicklen, bem como outras que se destacaram pela sua qualidade noutras categorias da 48ª edição do concurso “Wildlife Phtography of the Year” podem ser apreciadas no Museu de História Natural de Londres onde estarão em exposição até Março de 2013, altura em iniciarão uma digressão.
No decorrer da minha pesquisa, decidi visitar a página do National History Museum e descobri mais imagens maravilhosas!
Aqui fica mais uma.

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One big alligator had clearly eaten its fill. ‘It wasn’t going anywhere in a hurry,’ says Larry. ‘So I set my tripod and camera up about seven metres in front of him and focused on his eyes.’ Just after sunset, Larry set his flash on the lowest setting to give just a tiny bit of light, enough to catch the eyeshine in the alligator’s eyes. Like cats, an alligator has a tapetum lucidum at the back of each eye – a structure that reflects light back into the photoreceptor cells to make the most of low light. The colour of eyeshine differs from species to species. In alligators, it glows red – one good way to locate alligators on a dark night. The greater the distance between its eyes, the longer the reptile, in this case, very long.
Nikon D2X + 80-400mm f4.5-5.6 lens; 8 sec at f8; ISO 200; SB-800 flash; Gitzo 3125 tripod; Manfrotto 468RC2 Ball Head.
Ou esta, em que vemos uma leoa com fome e a aproveitar o vento para detectar alguns cheiros.

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The pride hadn’t eaten for several days. They were hungry, and a hunt was very likely. A blanket of fog lay thickly over the Okavango Delta’s Duba Plains, Botswana, and the dawn light was very low. It was hard to make out anything, but fortunately the lions were still lying where Frits had left them the evening before. A short while later, the females set off to hunt. ‘I wanted to photograph one out in the open, in the wet and misty weather. So we positioned the vehicle where they might walk towards us. When this lioness stopped by a tuft of grass and peered into the distance, it was perfect. I love the intense green, the drops of dew on the grass and the soft light and detail on her body. Her focused gaze captures the energy and intensity of a hunt that hasn’t yet happened.’Nikon D3S + 200-400mm f4 lens at 200mm; 1/400 sec at f4; ISO 1000.
Fontes:
[...] algum tempo atrás partilhei aqui umas fotografias de Natureza… Inclusive, uma delas foi premiada… E é, por isso mesmo, que volto a [...]
Fotografia premiada… « Paranóias
10 de Fevereiro de 2013 em 10:19