O mito de Juan Manuel Fangio, considerado por muitos como o melhor piloto da história da Fórmula 1 (F1), volta esta sexta-feira a ser lembrado, quando se assinala o centenário do nascimento do argentino.
Estreante tardio, o “Maestro” teve de esperar até 1947 para ter a sua oportunidade na Europa, depois de anos de corridas no continente americano. Aos 36 anos, com o passaporte para o circo da F1 pago pelo presidente argentino Juan Peron, Fangio rapidamente mostrou as habilidades únicas para o desporto motorizado.
Mas os números impressionantes do argentino, filho de imigrantes italianos, que começou a sua carreira com apenas 11 anos a trabalhar como mecânico, não se esgotam nos cinco campeonatos ganhos (o primeiro em 1951, os outros quatros entre 1954 e 1957): em 51 grandes prémios, começou na fila da frente 48 vezes, 29 das quais da “pole position”, e estabeleceu 23 voltas mais rápidas na rota para 35 pódios, 24 dos quais no lugar mais alto.
Em 1958, sem mais nada para provar, o “Velhote”, alcunha dada pelos seus rivais, alguns dos quais tinham idade para serem seus filhos, abandonou a competição abruptamente, com um simples “acabou-se”.
Fangio retirou-se no mesmo ano em que foi raptado em Cuba, durante o GP Havana, por 12 guerrilheiros cubanos do Movimento 26 de Julho, liderado pelo antigo presidente Fidel Castro. O susto não passou disso mesmo e foi libertado pelos sequestradores sem qualquer exigência.
Após a sua retirada, Fangio voltou à sua terra natal, Balcarce, onde construiu um autódromo. Foi nomeado presidente da Mercedes Benz no seu país e passou a dirigir os grandes prémios da Argentina.
Vítima de diversos acidentes ao longo da sua carreira, o piloto declarou, na altura da sua retirada: “A minha maior vitória foi ter sabido conservar a vida”.
E soube fazê-lo até 17 de Julho de 1995, quando, aos 84 anos, morreu onde nasceu a 24 de Junho de 1911. “A grandeza humana e a extraordinária façanha de ter conquistado cinco títulos de campeão do mundo de Fórmula 1 são os pilares sobre os quais se levanta o mito Fangio”, afirmou nesse dia o presidente da Mercedes, Helmut Werner.
Luís Figo pensa que o futebol só pode aumentar a sua responsabilidade social em tempos de crise se não gastar «tanto dinheiro em transferências», mas admite que isso é «difícil de controlar», por se tratar da «lei do mercado».
«Em termos gerais, a única hipótese que vejo é que não se gaste tanto dinheiro em transferências, mas acho que isso é difícil, porque é uma lei do mercado e é difícil de controlar», disse à agência Lusa em Viena, onde na sexta-feira à noite disputou o anual jogo “All Stars” da Fundação Luís Figo (FLF).
Pois é… concordo contigo, caro Luís… mas… se bem me lembro, foste ganhar milhões para o Real Madrid.
Este fim-de-semana assisti a um grande prémio histórico!
Foi no bonito e rápido circuito de Montreal (na ilha de Montreal)…
Os treinos foram marcados por mais uma ida ao Muro dos Campeões (nome dado a um muro onde todos – ou quase todos – os campeões do Mundo já foram bater). Desta feita, pelo jovem campeão do Mundo, Sebastian Vettel.
E pelo primeiro momento caricato dos comissários de pista (segundo 26):
O dia de Domingo começou com chuva… forte, constante e que colocou a corrida numa situação crítica. Os carros partiram todos para a corrida atrás do safety-car, por questões de segurança devido às condições da pista (que parecia uma piscina).
O circuito, por não ser permanente, não tem condições perfeitas (sem zonas para escoamento da água em caso de dilúvio). Foi o que aconteceu.
Volta 4: O safety-car voltou para a box e a corrida começou a sério.
Volta 5: Hamilton, no arranque da corrida a sério, tentou passar Mark Webber (RedBull Renault) no final da recta da meta… forçou demasiado e, lixou parte da corrida de Webber.
Volta 6: Hamilton (novamente)… tentou ultrapassar Schumacher, mas o melhor piloto do mundo à chuva, não deixou Hamilton passar… Hamilton errou ligeiramente e, não conseguiu a ultrapassagem ao pisar parte da relva e a zona molhada da pista. Schumacher, é claro, não facilitou, pois tinha a linha de trajectória.
Volta 8: O caso da corrida… outra vez, Hamilton! Desta feita, com o seu companheiro de equipa, Button! Recta da meta… Hamilton tentou ultrapassar Button, este forçou (apesar de dizer no final da corrida que não viu Hamilton) e, Hamilton foi bater na parede, como vemos no vídeo abaixo.
(quando foi Schumacher, no ano passado, com Barrichello – noutro circuito – Schumacher foi avisado por conduta perigosa, ao “apertar” Barrichello junto à parede)
E ser excluído do mundial, não? É que agora, a questão de seres negro, já não conta!
Umas voltas mais à frente, Button foi penalizado, por excesso de velocidade tendo em conta que o safety-car estava em pista. Levou com um drive-through.
Volta 19: Chuva fortíssima… completa troca de posições.
Volta 22: Vettel comunica com os seus mecânicos e diz que da curva 9 à 13, o carro está “undriveable”!
Volta 25: A direcção da prova decide parar a corrida, bandeira vermelha é mostrada. Chuva fortíssima. A pista parece ser um rio… sem qualquer escoamento.
Mais à frente…
Há uma comunicação via rádio… entre Button e os mecânicos… e o comentador convidado diz: “Não consegui perceber a mensagem!”
E eu digo: Porquê? Porque o outro (dito perito em F-1) estava a falar e não viu o aviso (como é habitual) de que ia passar uma mensagem.
Mais… Numa conversa entre os dois comentadores (um deles piloto – o convidado), afirmou: “Mas eles não ficam com os sapatos molhados?” (por andar na pista – quando estava parada a corrida)
Quando, no início da corrida… viam-se vários pilotos (entre eles, Button) a descalçar umas sapatas de borracha antes de entrar no carro (género das que se usam em pisos escorregadios – piscinas, por exemplo). Lá o perito, disse que são uns sapatos de borracha.
Volta 34: Novo arranque da corrida (após outro safety-car), Kobayashi (japonês) defendeu-se muitíssimo bem do ataque de Massa na recta da meta.
Volta 58: Safety-car foi chamado novamente à pista, devido a destroços do carro de Heidfeld, que na volta anterior tinha batido e “atropelado” a asa dianteira que ficou solta depois de um pequeno toque na traseira de outro piloto.
Na volta 58, podemos ver um momento caricato… em que um comissário da pista apanhou um valente susto, ora vejam o vídeo.
Volta 59: Schumacher em 2º lugar, atrás de Vettel. Uma GRANDE corrida de Michael, a melhor desde o seu regresso.
No final, volta 70, uma luta que se julgava acabada… Massa vs. Kobayashi… em que, desta vez, o piloto da Ferrari conseguiu levar a melhor, devido à velocidade do carro:
Final da corrida:
Vettel estava a liderar, com vantagem confortável para Button e, por isso mesmo, abrandou o ritmo. Mas, na última volta, numa das curvas, distraiu-se… perdeu o controlo do carro ao pisar um pouco de pista molhada (pneus slicks, em piso molhado = patinagem)… foi assim, Button passou e ganhou a corrida.
Qualquer um deles seria um justo vencedor. Mas, dada a situação de Button, que esteve envolvido no toque com Hamilton, com penalização por excesso de velocidade e por aí fora, uma passagem pela 21ª posição, foi um resultado BRILHANTE!
Terceiro lugar, foi para Webber, que conseguiu ultrapassar Schumacher.
Foi pena o não-pódio de Schumacher, porque fez uma corrida brilhante, a comprovar, uma vez mais, como é um GRANDE piloto à chuva! Foi pena a pista ter secado para o final, que fez com que os RedBull Renault fossem imbatíveis em piso seco (daí a vantagem de Webber em relação a Schumacher, que ainda assim, aguentou uma volta e meia o Webber).
Final de corrida… tendo em conta que a prova esteve interrompida durante 2h e meia… fica marcada como sendo a mais longa da história: 4 horas 4 minutos e 39 segundos.
Este é o homem mais pequeno do Mundo: Junrey Balawing!
Mede apenas 55 centímetros.
Junrey Balawing entra para o Livro de Recordes do Guinness, ocupando o lugar do nepalês Khagendra Thapa Magar, com 66 centímetros. O jovem, residente em Sindangan, na região de Zamboanga do Norte, sul das Filipinas, parou de crescer ao primeiro ano de idade.
A mãe, Concepcion, contou que os médicos, conscientes do atraso no crescimento, receitaram vitaminas, mas a família não dispunha dos 3500 euros para realizar o tratamento. Hoje, Balawing é um jovem doente. Não pode andar mais de alguns minutos e sofre de cansaço crónico. O jovem vive, contudo, com a alegria ser o mais pequeno do Mundo.
Uma rapariga francesa decidiu colocar no seu casaco uma câmara virada para o lado de fora. O objectivo da jovem era perceber se os homens por quem passava na rua olhavam ou não para o seu decote um pouco mais ousado. Veja o vídeo.
O vídeo está disponível no “Youtube” desde o dia 13 de Abril de 2011 e, até ao momento, conta já com mais de 700 mil visualizações.
Eu não digo que nós, homens, é que sejamos os “labregos”… mas, se as mulheres se dão ao luxo de provocar, não é para olhar? Certamente que sim… os olhos foram feitos para tal.
Aliás… já fui ao cinema (por exemplo)… e ouvi comentários do género “Que gajo de bom!” e por aí fora, sobre actores… ou até mesmo nas ruas. Portanto… é humano…
Agora, o que me choca neste vídeo… é ver um casal… e ver o homem a olhar… isso sim, é mau!
O britânico Stirling Moss, uma lenda do automobilismo, anunciou hoje que vai retirar-se das pistas aos 81 anos, depois de apanhar “um susto” nos treinos para a Corrida das Lendas incluída no programa das 24 Horas de Le Mans.
Stirling Moss, considerado o melhor piloto da história a não conseguir sagrar-se campeão de Fórmula 1, tomou a decisão depois de viver na quinta-feira um momento em que sentiu medo, durante a qualificação para a prova, no circuito de La Sarthe, ao volante de um Porsche RS61.
«Esta tarde [quinta-feira] apanhei um susto. Sempre disse que no momento em que não me sentisse à altura e me tornasse desconfortável para os outros concorrentes abandonaria», escreveu Moss no seu sítio na Internet.
O piloto, que por quatro vezes terminou no segundo lugar do Mundial de pilotos de Fórmula 1 (três atrás do argentino Juan Manuel Fangio e uma do inglês Mike Hawthorn), assegurou: «Adoro correr, mas é hora de parar».
Moss disputou 66 provas de Fórmula 1, entre 1954 e 1961, venceu 16 corridas, três das quais no circuito do Mónaco.
Vítima de um grave acidente que lhe provocou uma paralisia do lado esquerdo, em 1962, abandonou a alta competição no ano seguinte.
É assim… por isso digo que não me admiro por Michael Schumacher (42 anos) estar de volta à Fórmula 1… a paixão é forte.
As autoridades taiwanesas prenderam um chinês que chegou ao país a remar com raquetes de badminton. Wang fugiu da China num bote de plástico e foi detido mal colocou os pés em terra.
A ilha taiwanesa de Kinmen fica a três quilómetros da China e Wang chegou lá a remar com raquetes de badminton e num bote de plástico.
O homem, nativo da província de Hebei, no norte da China, foi detido mal colocou os pés em terra e tinha consigo apenas 7 dólares e alguns objectos de primeira necessidade: “Saí de Xiamen, na província chinesa de Fujian, e fui capturado assim que coloquei os pés em terra em Kinmen“, disse à imprensa local.
A Canon está promovendo um concurso online para seus consumidores, chamado de Project Imagin8ion. A ação, criada pela Grey New York, está sendo divulgada através de um comercial filmado pelo premiado diretor de cinema Ron Howard. O vídeo é fantástico, carregado de efeitos visuais. O anúncio usa uma paisagem repleta de astronautas, bombeiros flutuantes, sereias, cobras e um cavaleiro gigante para promover a ação, pedindo que os donos de camêras da Canon tirem 8 fotos bem criativas que inspirarão a próxima produção de Ron Howard. Tem o making of logo na sequência. Divirtam-se.
Um homem (David McQuoid) estava no Google Earth a procurar uma casa…
E o que foi que encontrou?
Dois pénis gigantes!
A imagem fala por si….
Ele tentava localizar uma casa quando se deparou com as imagens, provavelmente desenhadas por um cortador de grama. “A princípio, pensei que fosse um grande trabalho artístico”, disse ele, ao jornal “Waikato Times”.
Após o episódio, o diretor da escola pediu ao Google a alteração da imagem de satélite, que foi obtida em 2009, para não prejudicar a instituição de ensino.